Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

TEIA DOS CORPOS EM DISPUTA: DA PRAIA DOS OSSOS À TRAMA DISCURSIVA CONTEMPORÂNEA

Palavra-chaves: GÊNERO, PROFESSORES, VIVÊNCIAS, CORPO, JUVENTUDE, GÊNERO, PROFESSORES, VIVÊNCIAS, CORPO, JUVENTUDE, , , , Relato de Experiência Eixo temático 07: Cidadania, direitos humanos e inclusão social
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

O presente trabalho apresenta a sistematização da oficina A Teia dos Corpos em Disputa, uma proposta de formação pedagógica voltada à reflexão crítica sobre os mecanismos sociais de controle, julgamento e disciplinarização dos corpos, com ênfase nas experiências de mulheres e pessoas LGBTQIA+, articulada pela extensão Isso existe, Isso é Grande, Isso Não Começou Agora: Histórias de Educação. A oficina tem como ponto de partida o caso de Ângela Diniz, revisitado pelo podcast Praia dos Ossos (Rádio Novelo, 2020), articulando-o a referenciais teóricos dos estudos de gênero, feminismos e teoria queer, como Judith Butler, bell hooks, Michel Foucault, Djamila Ribeiro, Paul B. Preciado e autoras e autores transfeministas brasileiros. O objetivo da atividade é promover a conscientização crítica acerca da construção social dos corpos, das normas cis-heteronormativas e das violências simbólicas e materiais que atravessam as vivências juvenis, estimulando práticas de escuta, empatia e resistência coletiva. Metodologicamente, a oficina se estrutura a partir de uma dinâmica sensorial e simbólica com o uso de fios de lã, que encenam tanto os dispositivos de controle quanto às possibilidades de reexistência. A atividade é desenvolvida com professores em formação, nas aulas de Psicologia da Educação, em quatro momentos: visitação ao caso Ângela Diniz, partilha e costura de experiências, desatamento e recriação dos fios e produção reflexiva final, no formato de cartas, destinadas à Ângela, privilegiando a oralidade, a partilha de vivências e a construção coletiva do conhecimento. Como resultados esperados, destacam-se o fortalecimento do protagonismo juvenil, a ampliação da consciência crítica sobre gênero e corporeidade, a valorização das narrativas pessoais e coletivas e a reflexão sobre o papel da educação e da escola na reprodução ou superação das opressões. A oficina se insere no campo da educação popular por propor uma prática pedagógica sensível e politicamente comprometida com a transformação social.

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