Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

LINGUÍSTICA COGNITIVA, ENSINO E JORNALISMO: ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA DISTINGUIR FATO E OPINIÃO

Palavra-chaves: FATO, OPINIÃO, LINGUÍSTICA COGNITIVA, JORNALISMO, FATO, OPINIÃO, LINGUÍSTICA COGNITIVA, JORNALISMO, , , , Relato de Experiência Eixo Temático 03: Educação, linguagens, tecnologias e valores.
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

O presente artigo tem como objetivo refletir sobre a importância da adoção de estratégias pedagógicas que auxiliem estudantes do ensino básico a distinguir entre fato e opinião, especialmente na compreensão e interpretação de textos do gênero jornalístico. Sabendo-se que essa diferenciação é uma dificuldade para muitos jovens brasileiros, conforme relatório divulgado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 2021, acredita-se que um passo importante na mitigação do problema é a educação midiática. As atividades foram desenvolvidas no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) com alunos do terceiro ano do Ensino Médio de uma escola pública do município de São Lourenço do Sul. Foram propostas análises de trechos de notícias veiculadas em sites de meios de comunicação, cujos dados deveriam ser cruzados e, posteriormente, catalogados como fato ou opinião. Neste trabalho, a discussão teve como base a epistemologia da Linguística Cognitiva, especialmente no que tange aos conceitos de frames semânticos (Fillmore 1982; 1985) e categorização (Ferrari, 2011). Assim, a notícia é pensada através da noção de frame, assumindo o pressuposto de que o sentido se forma a partir do uso e dos contextos a ele interligados. A hipótese é de que o conhecimento partilhado de que notícia é sinônimo de fato possa explicar, em partes, a dificuldade na identificação de opiniões dentro de um texto noticioso. Problematiza-se, ainda, o mito da objetividade jornalística (Tuchman 1999a, 1999b, 2002; Vizeu, 2005; Alsina, 2009) e considera-se que o jornalismo, sendo o campo da credibilidade (Berger, 1998), utiliza-se de estratégias, como entrevistas, ou seja, a opinião de determinadas fontes, para fazer valer os efeitos de verdade.

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