Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

O CONCEITO DE NETIQUETA EM UMA OFICINA DO PIBID LÍNGUA PORTUGUESA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

O presente trabalho apresenta uma oficina elaborada por participantes do PIBID eixo Língua Portuguesa destinada a turmas do sexto e sétimo ano do Ensino Fundamental, voltada ao tema transversal “letramento digital”, com foco no conceito de netiqueta. Para Pinheiro (2018), letramentos digitais correspondem à capacidade de ler, escrever e produzir sentidos por meio das tecnologias digitais, sabendo buscar, filtrar e avaliar informações online, além de articular diferentes linguagens (visual, oral e escrita). Já Biscalchin e Almeida (2011) definem netiqueta como o conjunto de regras e boas práticas que orientam o comportamento nos ambientes digitais, envolvendo cortesia, respeito à privacidade, clareza na escrita e uso adequado dos recursos de comunicação on-line. Contudo, discussões críticas sobre letramentos digitais e netiqueta costumam ser pouco aprofundadas nas aulas de Língua Portuguesa, restringindo-se à leitura e interpretação textual, com pouco espaço para problematizar o comportamento online (Pinheiro, 2018) . Diante disso, torna-se necessário ampliar tais debates, considerando as regras de conduta digital como fundamentais para orientar a produção de sentidos em gêneros como memes, posts e comentários, promovendo reflexões sobre responsabilidade nas interações online. A proposta dialoga com Antunes (2003), que compreende a escrita como atividade interativa orientada por propósito comunicativo e pela consideração do interlocutor; o aluno, ao comentar, publicar um meme ou interagir em redes sociais deve fazer escolhas linguísticas adequadas ao contexto e aos efeitos pretendidos. Além disso, conforme Antunes (2009), coesão e coerência decorrem da articulação entre elementos verbais, visuais e sonoros, sendo essenciais para evitar ambiguidades e mal-entendidos, recorrentes nos ambientes digitais. Logo, a partir de Freire (2002), os professores em formação convidam os alunos a participar de uma discussão crítica acerca de memes e comentários trazidos na oficina, considerando redes sociais e tipos de texto digitais consumidos para elaborarem a própria netiqueta em formato Canva.

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