Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

A LITERATURA INFANTIL COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA NA PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA E DO ABUSO SEXUAL INFANTIL NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Palavra-chaves: EDUCAÇÃO SEXUAL, PRÁTICAS PEDAGÓGICAS, EDUCAÇÃO ESCOLAR, CRIANÇAS, EDUCAÇÃO SEXUAL, PRÁTICAS PEDAGÓGICAS, EDUCAÇÃO ESCOLAR, CRIANÇAS, , , , Relato de Experiência Eixo temático 07: Cidadania, direitos humanos e inclusão social
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Este artigo apresenta um relato de experiência desenvolvido nos anos iniciais do Ensino Fundamental, tendo como eixo central o uso da literatura infantil como estratégia pedagógica para a conscientização e prevenção do abuso infantil. Trata-se de um projeto realizado em uma escola municipal pública, com duas turmas do 3º ano compostas por aproximadamente 40 estudantes. O estudo fundamenta-se em uma perspectiva crítica e dialógica da educação, ancorada principalmente na pedagogia freireana e nas contribuições de Fanny Abramovich acerca da literatura infantil. As atividades pedagógicas iniciaram-se com a leitura mediada do livro “Não me toca, seu boboca” (Taubman, 2017), possibilitando a abordagem dos limites do corpo, do respeito e da autoproteção de forma lúdica e acessível. Na sequência, realizaram-se rodas de conversa e a atividade “Semáforo do Toque”, que resultou na confecção de um semáforo autoral pelas crianças, possibilitando a classificação dos diferentes tipos de toque e a reflexão sobre situações de risco. Metodologicamente, o estudo caracteriza-se como um relato de experiência de abordagem qualitativa, com produção de dados a partir da observação participante, das interações em sala e das produções das crianças. Os resultados indicam que a literatura infantil, articulada a práticas pedagógicas intencionais e dialógicas, favoreceu a participação ativa, a expressão de sentimentos e a ampliação da compreensão sobre direitos e prevenção do abuso infantil. As discussões evidenciam a escola como espaço de proteção, diálogo e formação crítica, reafirmando seu papel social na promoção de uma educação ética e humanizadora. Conclui-se que a experiência contribuiu para a formação integral das crianças e para a articulação entre teoria e prática na formação docente, destacando a relevância de ampliar pesquisas e ações educativas voltadas à proteção da infância no contexto escolar.

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