Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

CORPO EM MOVIMENTO E DESEMPAREDAMENTO: UM MAPEAMENTO DAS PRODUÇÕES ACADÊMICAS

Palavra-chaves: CORPO E MOVIMENTO, DESEMPAREDAMENTO, EDUCAÇÃO INFANTIL, CORPO E MOVIMENTO, DESEMPAREDAMENTO, EDUCAÇÃO INFANTIL, , , , Comunicação Científica Eixo Temático 02: Educação, diversidade e interculturalidade.
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

O brincar corporal, entendido como expressão da infância, torna-se central nas discussões da Educação Infantil, principalmente quando analisado na perspectiva do desemparedamento, que propõe a ampliação dos espaços, das experiências e da liberdade de movimento das crianças. A presente pesquisa, em andamento, tem como objetivo realizar um mapeamento da produção acadêmica brasileira, nas bases de dados da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em um recorte de dez anos (2015–2025), considerando teses e dissertações que relacionem os descritores “corpo” “brincar” e “desemparedamento” na Educação Infantil, testados em diferentes combinações. A pesquisa tem como questão: como o brincar corporal, na perspectiva do desemparedamento, tem sido abordado nas produções acadêmicas brasileiras sobre Educação Infantil nos últimos dez anos? Ainda que os dados estejam em processo de levantamento e análise, já é possível evidenciar a relevância do estudo, na medida em que o brincar corporal se mostra indissociável da criança e fundamental para seu desenvolvimento integral, exigindo ser valorizado e incorporado às rotinas pedagógicas da Educação Infantil. Assim, se justifica pela necessidade de compreender como práticas e concepções escolares podem favorecer ou limitar os corpos infantis, rompendo com lógicas de controle e disciplinamento. Dialogando com Foucault (1975; 2014), ao problematizar a disciplina e a ordem impostas aos corpos, bem como com Tiriba (2018) e Camargo (2014), que criticam a formalização excessiva dos espaços escolares e defendem propostas educativas que deem voz, valorizem a liberdade, a confiança e a relação com o ambiente. Metodologicamente, o estudo caracteriza-se como bibliográfico, pautado nas contribuições de Morosini, Kohls-Santos e Bittencourt (2021), com categorização dos dados por meio da análise de conteúdo de Bardin (2016), buscando identificar tendências, potencialidades e possíveis lacunas na produção científica sobre o tema.

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