Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

EMOÇÕES NO PROCESSO FORMATIVO: PIBID E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE

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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

A construção da identidade docente ocorre em um processo contínuo que envolve mediações sociais, políticas públicas de formação e vivências emocionais no espaço escolar. Vygotsky, compreende que as emoções constituem parte inseparável das funções psicológicas superiores, influenciando a forma como o professor em formação interpreta e age no contexto educativo. Freire (1996), destaca que o educador se forma na prática reflexiva, na consciência crítica e no diálogo com a realidade concreta da escola. Este trabalho analisa as emoções vivenciadas por pibidianos frente às dificuldades encontradas em sala de aula, à luz de Freire, Vygotsky e das reflexões de Ferreira e Ferraz (2021). Os dados foram coletados e analisados a partir de observações e práticas pedagógicas desenvolvidas no âmbito do PIBID, em uma escola estadual do Rio Grande do Sul. A partir das vivências na escola, observa-se que a construção da identidade docente é profundamente atravessada pelas relações hierárquicas presentes no cotidiano escolar, que frequentemente posicionam o pibidiano em um lugar de transição, fragilidade e pouco reconhecimento institucional. Nesse contexto, as emoções vivenciadas como insegurança, frustração e sensação de não pertencimento assumem papel central na formação docente. Em diálogo com Freire (1996), essas experiências explicitam as contradições entre o discurso pedagógico que defende o diálogo dos saberes e uma prática escolar ainda marcada pelo controle e pela hierarquização das relações. Ao afirmar que não há saberes superiores ou inferiores, mas saberes diferentes, Freire aponta para a necessidade de reconhecer o estagiário como sujeito legítimo do processo educativo. Assim, a identidade docente vai se construindo na tensão entre reconhecimento e silenciamento, entre aprendizado e resistência, revelando que o estágio é um espaço formativo fundamental não apenas para o desenvolvimento de competências pedagógicas, mas também para a afirmação ética, emocional e política da docência em contextos de precarização e desigualdade.

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