ENTRE RESISTÊNCIAS E LIBERDADES: TESSITURAS ACERCA DOS MOVIMENTOS E/OU GRUPOS LGBT NO INTERIOR PAULISTA E A POTÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO COMO LIBERDADE
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O estudo parte da compreensão de que as pessoas LGBT, apesar de avanços legais, ainda são alvo de violências e exclusões que comprometem a qualidade de vida e o exercício pleno da cidadania. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com uso de entrevistas semi-estruturadas, tendo como participantes da pesquisa pessoas maiores de 18 anos, selecionados por meio da técnica de amostragem em cadeia (snowball), e que fazem parte de algum grupo e/ou movimento da comunidade LGBT de Franca/SP. O referencial teórico baseia-se, além de Sen, em autores como Jurandir Freire Costa, Luiz Mott, Cecília Minayo e Zambam, articulando os campos do desenvolvimento, sexualidade, identidade e representações sociais. 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Segundo Gohn (2012), os movimentos sociais surgem em situações de crise e de vulnerabilidade “[...]quando as oportunidades políticas se ampliam, quando há aliados e quando as vulnerabilidades dos oponentes se revelam” (p.33). Neste cenário, as diversas estratégias de luta desenvolvidas em muito se assemelham às lutas de “outros autores da corrente organizacional, tais como os repertórios de contestação, redes sociais, quadros culturais, pontos focais, para explicar o cenário das oportunidades políticas” (p.34). A década de 1980 foi marcada pela alteração no cenário político e social a nível mundial, anteriormente marcado pelas lutas armadas na Ásia, na América Latina e na África, com ênfase no antagonismo entre as classes sociais, o que levou a dar ênfase a outras problemáticas que evidenciava o “antagonismo entre classes sociais”.<br />\r\n No Brasil, nas décadas de 1980-1990, novas problemáticas em articulação com intelectuais, políticos de esquerda e com a ala progressista da Igreja católica surgiram como "a nova força da periferia". Diversos autores centraram seus estudos nos movimentos populares com ênfase nos temas da marginalidade, das novas configurações da periferia urbana, das relações entre o Estado e a sociedade numa perspectiva mais histórico-descritiva e pouco interpretativa. Neste mesmo período, na Europa, surgiram novos movimentos sociais a exemplo do movimento ecológico, pela paz, de mulheres e de estudantes, denominados por Offe (1987) como um “novo paradigma da ação social". No início do século XXI, observamos maior visibilidade dos movimentos sociais e da sociedade civil em diversos setores e esferas do poder, onde se destaca a mobilização na esfera pública. Neste cenário, diversos atores e sujeitos mobilizaram a sociedade civil e promoveram a articulação com universidades, comunidade, igrejas para planejar e organizar das marchas e ações coletivas, a exemplo da adesão e aumento de participantes na Parada do Orgulho Gay no Rio de Janeiro e a o fortalecimento de “redes nacionais, de grupos locais e simpatizantes”. 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O GT Movimentos Sociais, Sujeitos e Processos Educativos, recebeu diversos trabalhos que refletem problemáticas emergentes e provocam os participantes e autores ao diálogo intercultural e uma nova relação com os saberes de forma a dar visibilidade aos movimentos sociais e a todos os atores e sujeitos que fazem a História, na construção coletiva e cidadã. 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