MOVIMENTOS SOCIAIS E A LUTA PELOS DIIREITOS DAS PESSOAS COM AUTISMO NA AMAZONIA
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Na Amazônia, a população com Transtorno do Espectro Autista (TEA) enfrenta barreiras adicionais, como o isolamento geográfico, a falta de infraestrutura adequada e a escassez de profissionais especializados. Esses fatores dificultam o acesso a diagnósticos precoces e a serviços de apoio, essenciais para o desenvolvimento dessas pessoas. Diversos grupos e associações de defesa dos direitos das pessoas com deficiência têm se mobilizado para aumentar a conscientização sobre o autismo na região, promovendo campanhas de informação, treinamento de profissionais da saúde e educação, e buscando garantir o acesso a terapias e recursos adequados. Esses movimentos, em parceria com a sociedade civil e órgãos governamentais, têm trabalhado para pressionar por políticas públicas que assegurem o direito à educação inclusiva, ao atendimento médico especializado e à participação plena nas atividades sociais. 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Segundo Gohn (2012), os movimentos sociais surgem em situações de crise e de vulnerabilidade “[...]quando as oportunidades políticas se ampliam, quando há aliados e quando as vulnerabilidades dos oponentes se revelam” (p.33). Neste cenário, as diversas estratégias de luta desenvolvidas em muito se assemelham às lutas de “outros autores da corrente organizacional, tais como os repertórios de contestação, redes sociais, quadros culturais, pontos focais, para explicar o cenário das oportunidades políticas” (p.34). 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Neste mesmo período, na Europa, surgiram novos movimentos sociais a exemplo do movimento ecológico, pela paz, de mulheres e de estudantes, denominados por Offe (1987) como um “novo paradigma da ação social". No início do século XXI, observamos maior visibilidade dos movimentos sociais e da sociedade civil em diversos setores e esferas do poder, onde se destaca a mobilização na esfera pública. Neste cenário, diversos atores e sujeitos mobilizaram a sociedade civil e promoveram a articulação com universidades, comunidade, igrejas para planejar e organizar das marchas e ações coletivas, a exemplo da adesão e aumento de participantes na Parada do Orgulho Gay no Rio de Janeiro e a o fortalecimento de “redes nacionais, de grupos locais e simpatizantes”. 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