Artigo Anais CONACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-0186

INSÔNIA NO CLIMATÉRIO: FATORES DE RISCO

Palavra-chaves: INSÔNIA, CLIMATÉRIO, FATORES DE RISCO Pôster (PO) Saúde Coletiva
"2014-04-09 00:00:00" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1843 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 5511
    "edicao_id" => 17
    "trabalho_id" => 570
    "inscrito_id" => 1745
    "titulo" => "INSÔNIA NO CLIMATÉRIO: FATORES DE RISCO"
    "resumo" => "INTRODUÇÃO: Uma das fases da vida feminina é o climatério, um período fisiológico inevitável, muitas vezes acompanhado de sinais e sintomas físicos e emocionais, podendo influenciar negativamente na qualidade de vida. Dentre os sintomas típicos do climatério encontra-se a insônia, muitas vezes negligenciada pelos profissionais que assistem à mulher, cuja origem pode ser por problemas sociais, psicológicos, suporte social, comportamental ou problemas mórbidos. OBJETIVO: Identificar os fatores de risco para a ocorrência da insônia em mulheres no climatério, no município de Cajazeiras, Paraíba. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa transversal, realizada no município de Cajazeiras, com 390 mulheres, de 35 a 65 anos, que pertenciam às Unidades de Saúde da Família da zona urbana, incluídas na amostra após leitura e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para a coleta de dados realizou-se uma entrevista, utilizando um roteiro estruturado, contemplando itens que permitiram identificar dados socioeconômicos, estilo de vida e indicadores de saúde e a sua relação com a ocorrência da insônia. O projeto desta pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual da Paraíba, protocolo nº 0462.0.133.000-11. As entrevistas foram realizadas nas residências das mulheres, de janeiro a março de 2013. O banco de dados foi digitado no programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 17, apresentados em tabelas, com frequência e percentual. As mulheres foram separadas em 2 grupos: com insônia e sem insônia. As variáveis de exposição foram: refeições/dia, sedentarismo, tabagismo, etilismo, sobrepeso/obesidade, hipertensão e diabetes, as quais foram dicotomizadas, para possibilitar o cálculo da Razão de Risco (RR), teste de hipótese usado para correlacionar as variáveis. RESULTADOS: A média etária da população estudada foi de 49,13 (±7,84). A média de anos estudados foi 8,01 (± 4,89). Em relação à renda per capita, a média foi de 0,724 (±0,87). A insônia prevaleceu em 65,9% (n=262). Pelos achados, percebeu-se que o percentual de insônia foi maior entre as mulheres com até 3 refeições/dia (71%), nas sedentárias (66,6%), tabagistas (77,9%), etilistas (74,4%), com sobrepeso/obesidade (67,4%), hipertensas (76,8%) e diabéticas (68,6%). Pelo cálculo do Risco Relativo (RR) os achados revelaram que fatores de estilo de vida desfavoráveis e condições mórbidas são de risco para a presença de insônia, uma vez que o RR (em todas as correlações) foi > 1, mas não ultrapassou 1,5. Por isso, considera-se que a associação foi fraca e que há maior probabilidade em ser não causal. CONCLUSÃO: A alta prevalência de insônia entre as investigadas, as condições sociodemográficas desfavoráveis e fatores mórbidos encontrados confirmam o forte impacto do climatério na vida das mulheres; que devem ser proporcionadas diversas possibilidades de intervenção à mulher nessa fase da vida, sendo imprescindível que ela tenha espaço para expressar suas dificuldades e sentimentos; que receba orientações sobre as mudanças que estão ocorrendo no seu corpo; e o que estas podem ocasionar à saúde. Pelos resultados, percebe-se a necessidade em investigar outros fatores de risco para a insônia, associados aos dados sociodemográficos e fatores intrínsecos, próprios do climatério."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "Saúde Coletiva"
    "palavra_chave" => "INSÔNIA, CLIMATÉRIO, FATORES DE RISCO"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "Modalidade_4datahora_21_03_2014_21_53_33_idinscrito_1745_97bc3203022121cfde688b617b281234.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:52:51"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:08:39"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "RAIMUNDA ANDRADE DUARTE"
    "autor_nome_curto" => "RAIMUNDA ANDRADE DUARTE"
    "autor_email" => "raytrainer@hotmail.com"
    "autor_ies" => "PERSONAL TRAINER - CREF/PB- 0294"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-conacis"
    "edicao_nome" => "Anais CONACIS"
    "edicao_evento" => "Congresso Nacional Ciências da Saúde"
    "edicao_ano" => 2014
    "edicao_pasta" => "anais/conacis/2014"
    "edicao_logo" => "5e48b0ffd111d_16022020000327.png"
    "edicao_capa" => "5f183ea35f5aa_22072020102659.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2014-04-09 00:00:00"
    "publicacao_id" => 15
    "publicacao_nome" => "Revista CONACIS"
    "publicacao_codigo" => "2358-0186"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 5511
    "edicao_id" => 17
    "trabalho_id" => 570
    "inscrito_id" => 1745
    "titulo" => "INSÔNIA NO CLIMATÉRIO: FATORES DE RISCO"
    "resumo" => "INTRODUÇÃO: Uma das fases da vida feminina é o climatério, um período fisiológico inevitável, muitas vezes acompanhado de sinais e sintomas físicos e emocionais, podendo influenciar negativamente na qualidade de vida. Dentre os sintomas típicos do climatério encontra-se a insônia, muitas vezes negligenciada pelos profissionais que assistem à mulher, cuja origem pode ser por problemas sociais, psicológicos, suporte social, comportamental ou problemas mórbidos. OBJETIVO: Identificar os fatores de risco para a ocorrência da insônia em mulheres no climatério, no município de Cajazeiras, Paraíba. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa transversal, realizada no município de Cajazeiras, com 390 mulheres, de 35 a 65 anos, que pertenciam às Unidades de Saúde da Família da zona urbana, incluídas na amostra após leitura e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para a coleta de dados realizou-se uma entrevista, utilizando um roteiro estruturado, contemplando itens que permitiram identificar dados socioeconômicos, estilo de vida e indicadores de saúde e a sua relação com a ocorrência da insônia. O projeto desta pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual da Paraíba, protocolo nº 0462.0.133.000-11. As entrevistas foram realizadas nas residências das mulheres, de janeiro a março de 2013. O banco de dados foi digitado no programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 17, apresentados em tabelas, com frequência e percentual. As mulheres foram separadas em 2 grupos: com insônia e sem insônia. As variáveis de exposição foram: refeições/dia, sedentarismo, tabagismo, etilismo, sobrepeso/obesidade, hipertensão e diabetes, as quais foram dicotomizadas, para possibilitar o cálculo da Razão de Risco (RR), teste de hipótese usado para correlacionar as variáveis. RESULTADOS: A média etária da população estudada foi de 49,13 (±7,84). A média de anos estudados foi 8,01 (± 4,89). Em relação à renda per capita, a média foi de 0,724 (±0,87). A insônia prevaleceu em 65,9% (n=262). Pelos achados, percebeu-se que o percentual de insônia foi maior entre as mulheres com até 3 refeições/dia (71%), nas sedentárias (66,6%), tabagistas (77,9%), etilistas (74,4%), com sobrepeso/obesidade (67,4%), hipertensas (76,8%) e diabéticas (68,6%). Pelo cálculo do Risco Relativo (RR) os achados revelaram que fatores de estilo de vida desfavoráveis e condições mórbidas são de risco para a presença de insônia, uma vez que o RR (em todas as correlações) foi > 1, mas não ultrapassou 1,5. Por isso, considera-se que a associação foi fraca e que há maior probabilidade em ser não causal. CONCLUSÃO: A alta prevalência de insônia entre as investigadas, as condições sociodemográficas desfavoráveis e fatores mórbidos encontrados confirmam o forte impacto do climatério na vida das mulheres; que devem ser proporcionadas diversas possibilidades de intervenção à mulher nessa fase da vida, sendo imprescindível que ela tenha espaço para expressar suas dificuldades e sentimentos; que receba orientações sobre as mudanças que estão ocorrendo no seu corpo; e o que estas podem ocasionar à saúde. Pelos resultados, percebe-se a necessidade em investigar outros fatores de risco para a insônia, associados aos dados sociodemográficos e fatores intrínsecos, próprios do climatério."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "Saúde Coletiva"
    "palavra_chave" => "INSÔNIA, CLIMATÉRIO, FATORES DE RISCO"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "Modalidade_4datahora_21_03_2014_21_53_33_idinscrito_1745_97bc3203022121cfde688b617b281234.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:52:51"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:08:39"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "RAIMUNDA ANDRADE DUARTE"
    "autor_nome_curto" => "RAIMUNDA ANDRADE DUARTE"
    "autor_email" => "raytrainer@hotmail.com"
    "autor_ies" => "PERSONAL TRAINER - CREF/PB- 0294"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-conacis"
    "edicao_nome" => "Anais CONACIS"
    "edicao_evento" => "Congresso Nacional Ciências da Saúde"
    "edicao_ano" => 2014
    "edicao_pasta" => "anais/conacis/2014"
    "edicao_logo" => "5e48b0ffd111d_16022020000327.png"
    "edicao_capa" => "5f183ea35f5aa_22072020102659.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2014-04-09 00:00:00"
    "publicacao_id" => 15
    "publicacao_nome" => "Revista CONACIS"
    "publicacao_codigo" => "2358-0186"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 09 de abril de 2014

Resumo

INTRODUÇÃO: Uma das fases da vida feminina é o climatério, um período fisiológico inevitável, muitas vezes acompanhado de sinais e sintomas físicos e emocionais, podendo influenciar negativamente na qualidade de vida. Dentre os sintomas típicos do climatério encontra-se a insônia, muitas vezes negligenciada pelos profissionais que assistem à mulher, cuja origem pode ser por problemas sociais, psicológicos, suporte social, comportamental ou problemas mórbidos. OBJETIVO: Identificar os fatores de risco para a ocorrência da insônia em mulheres no climatério, no município de Cajazeiras, Paraíba. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa transversal, realizada no município de Cajazeiras, com 390 mulheres, de 35 a 65 anos, que pertenciam às Unidades de Saúde da Família da zona urbana, incluídas na amostra após leitura e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para a coleta de dados realizou-se uma entrevista, utilizando um roteiro estruturado, contemplando itens que permitiram identificar dados socioeconômicos, estilo de vida e indicadores de saúde e a sua relação com a ocorrência da insônia. O projeto desta pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual da Paraíba, protocolo nº 0462.0.133.000-11. As entrevistas foram realizadas nas residências das mulheres, de janeiro a março de 2013. O banco de dados foi digitado no programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 17, apresentados em tabelas, com frequência e percentual. As mulheres foram separadas em 2 grupos: com insônia e sem insônia. As variáveis de exposição foram: refeições/dia, sedentarismo, tabagismo, etilismo, sobrepeso/obesidade, hipertensão e diabetes, as quais foram dicotomizadas, para possibilitar o cálculo da Razão de Risco (RR), teste de hipótese usado para correlacionar as variáveis. RESULTADOS: A média etária da população estudada foi de 49,13 (±7,84). A média de anos estudados foi 8,01 (± 4,89). Em relação à renda per capita, a média foi de 0,724 (±0,87). A insônia prevaleceu em 65,9% (n=262). Pelos achados, percebeu-se que o percentual de insônia foi maior entre as mulheres com até 3 refeições/dia (71%), nas sedentárias (66,6%), tabagistas (77,9%), etilistas (74,4%), com sobrepeso/obesidade (67,4%), hipertensas (76,8%) e diabéticas (68,6%). Pelo cálculo do Risco Relativo (RR) os achados revelaram que fatores de estilo de vida desfavoráveis e condições mórbidas são de risco para a presença de insônia, uma vez que o RR (em todas as correlações) foi > 1, mas não ultrapassou 1,5. Por isso, considera-se que a associação foi fraca e que há maior probabilidade em ser não causal. CONCLUSÃO: A alta prevalência de insônia entre as investigadas, as condições sociodemográficas desfavoráveis e fatores mórbidos encontrados confirmam o forte impacto do climatério na vida das mulheres; que devem ser proporcionadas diversas possibilidades de intervenção à mulher nessa fase da vida, sendo imprescindível que ela tenha espaço para expressar suas dificuldades e sentimentos; que receba orientações sobre as mudanças que estão ocorrendo no seu corpo; e o que estas podem ocasionar à saúde. Pelos resultados, percebe-se a necessidade em investigar outros fatores de risco para a insônia, associados aos dados sociodemográficos e fatores intrínsecos, próprios do climatério.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.