Artigo Anais CONACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-0186

CONSUMO DE MEDICAMENTOS, AUTOMEDICAÇÃO E ACONDICIONAMENTO DOMICILIAR REALIZADO POR USUÁRIOS DE UMA UNIDADE DE SAÚDE

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Publicado em 09 de abril de 2014

Resumo

INTRODUÇÃO: A terapia medicamentosa como escolha de tratamento requer atenção quando o propósito é a preservação ou restauração do estado de saúde. Os medicamentos são instrumentos terapêuticos empregados no processo saúde/doença. No entanto, atitudes e condutas errôneas quanto ao seu uso proporcionam riscos á saúde. A automedicação é um hábito constante da nossa sociedade devido ao fácil acesso ao medicamento. Para a indústria farmacêutica o interesse em aumentar o arsenal medicamentoso como forma de oferecer alternativas para o cuidado à saúde teve seu interesse comercial mais evidente do que o objetivo de promover atitudes saudáveis. A utilização dos medicamentos é influenciada pela estrutura demográfica, fatores socioeconômicos, comportamentais e culturais, pelas características do mercado farmacêutico e das políticas governamentais. OBJETIVOS: Objetivou-se identificar os locais onde são armazenados e descartados os fármacos, e analisar a prática de automedicação de usuários cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família no município de Pau dos Ferros/RN. METODOLOGIA: Trata-se de um relato de experiência vivenciada durante a disciplina de processos terapêuticos a partir de uma atividade de captação da realidade. Descritores em Saúde (Desc): Automedicação, Saúde Publica, Adesão à medicação. Os dados foram coletados por meio de um questionário estruturado, sua aplicação foi realizada no mês de agosto de 2013, fazendo parte uma amostra de 30 usuários. Para fins metodológicos elencamos os critérios de inclusão: a) estar cadastrado na unidade pesquisada; b) aceitar participar da entrevista; c) estar presente na unidade à hora da visita. E como critérios de exclusão: a) portadores de deficiência mental; b) recusas a responder. RESULTADOS: A tabulação e análise dos dados proporcionaram os seguintes resultados: sobre o uso de medicamentos nos últimos quinze dias, percebeu-se que 50% dos entrevistados realizaram uso de algum medicamento e 50% dos entrevistados afirmou não ter feito o uso. Em a prescrição dos medicamentos, grande parte dos entrevistados relatou não fazer uso de medicação, mas quando afirmavam fazer, a indicação pelo médico atingiu o maior número, correspondente a 30%, seguido pela automedicação que apresentou 16,6%. O acondicionamento dos fármacos, 60% dos entrevistados referiram armazenar os medicamentos na cozinha, em cima do armário e em cima da geladeira. Na análise se armazenamento dos medicamentos está posto em um lugar seguro, fora do alcance das crianças, a maioria dos entrevistados 63,3% referiu não estar. E sobre o costume ter medicamentos em casa mesmo que não esteja utilizando 80% afirmou ter e quanto ao destino dos medicamentos que foram utilizados para um determinado tratamento e que sobraram, foi relatado pela maioria que deixavam guardados em casa ou jogavam fora no lixo comum. CONCLUSÃO: Para a população em questão, embora o maior número de utilização de fármacos seja feita por indicação médica, está havendo um descarte e armazenamento inadequado dos medicamentos, assim como há uma alta prevalência da farmácia caseira. Desta forma, o presente estudo possibilita uma maior percepção sobre o tipo de cuidado centrado na terapêutica medicamentosa, mostrando que o cuidado indevido com os fármacos está atrelado a inúmeros fatores que correspondem a aspectos relacionados aos hábitos diários.

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