Artigo Anais CONACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-0186

A INFLUÊNCIA DO TRABALHO NO NÍVEL DE ESTRESSE EM ESTUDANTES DE PSICOLOGIA

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Publicado em 09 de abril de 2014

Resumo

O estresse é inevitável diante das constantes adaptações que se faz necessárias às pessoas, há varias situações que exigem capacidade de adaptação psíquica e física. O período acadêmico não consiste uma exceção, nesse período é exigido do graduando que vivencie inúmeras mudanças, podendo assim eclodir situações estressoras. Esse presente trabalho objetivou investigar o estresse no âmbito acadêmico bipartindo em dois seguimentos, o primeiro, conhecer o nível de estresse em graduando que apenas estudam e segundo, conhecer o nível de estresse em graduando que além de estudar divide seu tempo com um trabalho, conhecendo assim seus efeitos sobre os acadêmicos. A população da pesquisa conteve 47 graduandos de Psicologia da Faculdade Santa Maria, que cursa nos turnos diurno e noturno, sendo que 22 são apenas graduandos que estudam (G1) e 25 graduandos que estudam e trabalham (G2). O Inventário de Sintomas de Estresse para Adultos - ISSL (LIPP, 2001), foi utilizado para verificar a presença de estresse nos graduandos. Os dados foram analisados pelo programa estatístico SPSS, versão 15, por meio do teste Qui-quadrado. O método de pesquisa utilizado foi não probabilístico por conveniência, utilizando-se do delineamento quase-experimental a partir da abordagem quantitativa. Os dados colhidos descreveram o nível de estresse nos graduandos e seus efeitos sobre eles. O teste não paramétrico Qui-quadrado revelou diferenças significantes (X² = 10,607149; DF=1; p < 0,05) entre a presença de estresse de estudantes que trabalham e não trabalham, com prevalência de 90,9% de estresse em estudantes que trabalham. A presença de estresse foi considerável no G2, ou seja, o grupo de graduandos que trabalham apresentou um índice de estresse mais elevado em relação aos graduandos que apenas estudam (G1). Apenas 9,1% do G2 não manifestou sintomas estressores. Por outro lado, o G1 apresentou apenas 50% de sintomas de estresse. O resultado confirmou a hipótese de que os estudantes que estudam e trabalham tem um nível maior de estresse em relação aos estudantes que apenas estudam. Apesar deste estudo ter trazido mais informações acerca da relação dos estudantes que trabalham e níveis de estresse, sugere-se que novas pesquisas sejam realizadas, aumentando-se o tamanho da amostra e com comparações mais precisas, principalmente entre homens e mulheres, visto que a literatura aponta as mulheres como sendo um alvo mais vulnerável ao estresse.

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