Artigo Anais XIII CONAGES

ANAIS de Evento

ISSN: 2177-4781

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IDENTIDADE DE GÊNERO: A REPRESENTAÇÃO NÃO-BINÁRIA EM COMO SE ESTIVÉSSEMOS EM PALIMPSESTO DE PUTAS, DE ELVIRA VIGNA

Palavra-chaves: GÊNERO, BINARISMO, LITERATURA CONTEMPORÂNEA Comunicação Oral (CO) GT 06 – Estudos literários, Gênero e Sexualidades Publicado em 13 de julho de 2018

Resumo

Permeada por discursos de cunho repressor, boa parte da sociedade se acostumou a tentar enquadrar os sujeitos em protótipos considerados adequados e ideais. Aqueles que por algum motivo fugiam dos arquétipos delineados sofriam com estereótipos pejorativos e preconceituosos. Ainda hoje conseguimos observar resquícios dessas atitudes hostis. Porém, as teorias sobre gênero vêm contribuindo para que haja uma maior manifestação das identidades plurais, possibilitando reflexões e enfraquecendo a noção binária. É partindo desses avanços que esse trabalho objetiva analisar a construção e representação de uma personagem não-binária em um romance brasileiro contemporâneo. Como se estivéssemos em palimpsesto de putas (2016), da escritora carioca Elvira Vigna, se configura como nosso objeto de pesquisa, pois apresenta uma personagem não-binária, a Lurien. Nossas observações residem no intuito de desvendar se há uma representação que possibilite uma visibilidade positiva para essa comunidade ainda minoritária, ou se ratifica as concepções discriminatórias e fechadas de outrora. Para tanto, temos como principais referências teóricas Lauretis (1994) e Butler (2010).

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