Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS UTILIZANDO A RÉGUA E O COMPASSO: UM ESTUDO NO AMBIENTE PAPEL E LÁPIS COM ALUNOS DO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Palavra-chaves: TRIÂNGULO EQUILÁTERO, QUADRADO, RÉGUA E COMPASSO Comunicação Oral (CO) GT 13 - Educação Matemática Publicado em 20 de dezembro de 2017

Resumo

O presente trabalho aborda um relato de experiência enfatizando como alunos do 8º ano do ensino fundamental realizaram construções geométricas do triângulo equilátero e quadrado com o auxílio da régua e do compasso no ambiente de papel e lápis. Embasamos nosso texto em Brasil (1998), Wagner (2009) e Pernambuco (2012) ao mencionarem que as construções geométricas são relevantes no contexto do ensino da geometria, pois as atividades geométricas auxiliam os alunos em procedimentos de observação, representação e manuseio de instrumentos permitindo que eles façam conjecturas sobre as propriedades de figuras geométricas. Metodologicamente esse relato foi dividido em dois momentos, são eles: no primeiro momento nos detemos na explicação do conteúdo, apresentação dos instrumentos geométricos e aplicação por meio de uma ficha impressa de uma atividade contemplando duas questões. A primeira questão, apresentou um segmento AB, e, a partir deste objetivou que os alunos realizassem com o auxílio da régua e do compasso a construção geométrica referente ao triângulo equilátero. Já a segunda questão, abordou a construção do quadrado, e, contemplou que os alunos a partir de um segmento, AB, construíssem um quadrado. Participaram desse estudo 28 alunos do 8º ano dos anos finais do ensino fundamental de uma escola pública municipal situada na Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco. Nesse relato, categorizamos os dados coletados por meio das duas questões aplicadas, mas não nos detemos em explicar os erros cometidos pelos alunos, e, sim nos procedimentos que os mesmos utilizaram para resolver as questões da atividade proposta no ambiente papel e lápis. Foi constatado por meio dos protocolos que os alunos usaram os instrumentos geométricos para resolver a atividade aplicada. Além disto, verificamos que não houve obstáculos de conhecimentos para resolução das duas questões. Portanto, mediante nossas análises nos protocolos apresentados pelos alunos, assim como, na vivência em sala de aula notamos que o trabalho com as construções geométricas favoreceu uma aula de geometria mais dinâmica e construtiva no que se refere ao processo de ensino e aprendizagem.

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