Artigo Anais IV SINALGE

ANAIS de Evento

ISSN: 2527-0028

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FÁBULAS E TONGUE-TWISTERS NO ENSINO DE PRONÚNCIA DA LÍNGUA INGLESA

Palavra-chaves: FÁBULAS, TONGUE-TWISTERS, INTERACIONISMO SOCIODISCURSIVO Comunicação Oral (CO) GT14-ESTUDOS DE LÍNGUA INGLESA E FORMAÇÃO DOCENTE

Resumo

Resumo: A presente pesquisa é parte do projeto Fanatics for Phonetics: Sequências Didáticas no Ensino da Pronúncia de Língua Inglesa nas Escolas Públicas, Cota 2016-2017, inscrito no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Cientifica (PIBIC), cujo objetivo é trabalhar o uso de gêneros discursivos, por meio de sequências didáticas no ensino de pronúncia da língua inglesa. Ancoramos nossa pesquisa no interacionismo sociodiscursivo (ISD), que entende as práticas de linguagem como instrumentos de desenvolvimento do pensamento consciente humano. Não se trata somente de desenvolvimento cognitivo, mas uma ideia mais ampla que envolve a capacidade de interagir socialmente. Já as sequências didáticas (SD) tem o objetivo de promover uma progressão na aprendizagem dos alunos, dividindo o conteúdo em etapas que irão atuar significativamente no desenvolvimento das capacidades linguísticas e discursivas. Acreditamos que para tornar o ensino da língua inglesa significativo precisamos ir além das regras gramaticais e dos exercícios de cópia e memorização. As prescrições das normas gramaticais tornam-se menos relevantes diante do processo discursivo. O estudo da língua dever ser, sobretudo, um processo interativo. O objetivo da nossa pesquisa foi trabalhar o gênero discursivo fábula, em uma turma do 5º ano do ensino fundamental de uma escola particular do município de Cruz do Espírito-PB. A partir da fabula Fox in Socks escrita por Dr. Seuss, foi possível a abordagem das tongue-twisters em língua inglesa, para discutir questões como superação de dificuldades, busca pela confiança, transformação através do trabalho e do esforço. O que também nos permitiu reforçar o desenvolvimento da consciência fonológica do nível fonêmico. O suporte teórico desta pesquisa está ancorado nos pressupostos de Bronckart (2006), sobre o interacionismo sociodiscursivo, Schneuwly & Dolz (2004), sobre sequências didáticas, Weitzel (1995), sobre fábulas e Alves (2012), sobre consciência dos aspectos fonético-fonológicos.

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