Artigo Anais III CIEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-0854

CUIDADOS PALIATIVOS: ATRIBUTOS, RELEVÂNCIA E CONTEMPORANEIDADE NO BRASIL

Palavra-chaves: CUIDADOS PALIATIVOS, FASE TERMINAL, PROFISSIONAIS DA SAÚDE Pôster (PO) Cuidados paliativos: percurso e terminalidade
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Publicado em 15 de junho de 2013

Resumo

INTRODUÇÃO: Graças aos avanços da medicina tecnológica e epidemiológica progredimos no tocante ao prolongamento da vida; isso inclui o prolongamento também da fase terminal da população, fase conceituada na qual o paciente se torna “irrecuperável”, evoluindo para o óbito sem chance de reversão do quadro. Nesta condição são executados os cuidados paliativos (CP) que segundo a Organização Mundial de Saúde almeja propiciar melhorias na qualidade de vida destes pacientes e familiares. Para tanto, é cogente avaliar e controlar de forma impecável não exclusivamente a dor, contudo todos os sintomas de natureza física, emocional, social e espiritual. OBJETIVOS: Caracterizar os CP; Clarificar a importância dos CP na fase terminal; Elucidar a relevância da dinâmica comunicacional entre profissionais e a pessoa idosa em fase terminal; Propalar a realidade brasileira acerca da prática de CP. METODOLOGIA: Para execução desta revisão sistemática, foi realizada uma revisão integrativa retrospectiva da literatura nacional até o ano de 2008 onde foram analisados artigos nos bancos de dados LILACS, SCIELO e MEDLINE em meio eletrônico pela Biblioteca Virtual de Saúde, fazendo uso do descritor exato em saúde: cuidados paliativos na terminalidade da vida. A investigação calhou 19 publicações por meio da estratégia inicial de busca; porém, foram aferidos 13 pelo motivo destas se relacionaram objetivamente com a temática e serem em português, sendo estes os critérios de inclusão da pesquisa. RESULTADOS: A maioria das publicações sopesadas colige que quando o fator “cura” não é mais uma realidade do paciente é imprescindível a inserção dos CP na assistência dos sintomas aflitivos. A multiplicidade dos autores corrobora que estes cuidados tenham não apenas um aspecto biológico, mas ainda, psicológico e espiritual; bem como afirmam a importância da inclusão da comunicação profissional-paciente e a participação da família nesse processo. Foram observados ainda que embora tenha aumentado o número de pesquisas nas últimas três décadas com relação à fase terminal, no Brasil, esta temática ainda é escassamente abordada. Outro ponto relevante em questão é que as pessoas necessitadas deste tipo de cuidado acabam sendo internadas nas instituições de longa permanência para idosos, estas que na sua grande maioria, não possuem profissionais instruídos para adimplir tal função, o que acarreia riscos aos pacientes. CONCLUSÃO: Nessa conjuntura, depreende-se o quão fundamental é agregar à terapêutica paliativa além dos fatores físicos, os psicológicos e espirituais do paciente; com teor integral e holístico. Inferiu-se ainda que a capacitação dos profissionais da saúde para enfrentar os desafios que envolvem a terminalidade da vida configura-se como uma prioridade; e que no Brasil, podemos traduzir isto como questão de saúde pública ao considerar o aumento do número de idosos que necessitam desses cuidados. Apontando a necessidade de mais estudos na temática possibilitando a esses profissionais uma melhor preparação técnico-científica para cuidar da vida com humanismo e competência.

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