O Programa 1 Milhão de Cisterna (P1MC) enquanto uma politica pública de governo, busca ganhar uma visibilidade de eficiência no que diz respeito ao combate da seca no semiárido nordestino. O mesmo tem funcionado de forma árdua no sentido de se apresentar como uma política pública eficiente através da construção das cisternas para as famílias da zona rural ou de áreas que apresentam problemas de escassez hídrica. Objetivou-se com a politica publica do P1MC em execução na região de Catolé do Rocha– PB que as mesmas não são suficientes para atender à solicitação das famílias carentes situadas nessa região, causando transtornos e alienação gerada pela ASA, pois nota-se, que não são todas as famílias carentes da zona rural atendidas pelo P1MC. Optou-se pela metodologia que busca a integração de aspectos, quantitativos e qualitativos da analise feita através das dinâmicas das cisternas de placas, através de pesquisas, entrevistas e acompanhamentos analisando sociologicamente o P1MC e a atuação da ASA na região. Cada vez mais a ASA tenta se utilizando-se de seu discurso de não mostrar a sua real intenção, notando-se que visa apenas o seu fortalecimento, crescimento de poder e político. Percebe-se que ASA visa apenas construir cisternas esquecendo-se de como as famílias vão abastecer a cisterna sem o comprometimento da renda familiar mensal quando as mesmas secarem. Portanto é de fundamental necessidade as politicas públicas preocupam-se em encontrar soluções para o problema, adotando como estratégia principal para a solução do problema da escassez de água na região.