Artigo Anais VII FIPED

ANAIS de Evento

ISSN: 2316-1086

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CONTOS AFRICANOS NO ENSINO MÉDIO: UM RESGATE DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA

Palavra-chaves: LITERATURA AFRICANA, LEITURA/RELEITURA, ENSINO/APRENDISAGEM Comunicação Oral (CO) / Oral Papers Submission Educação, Ancestralidade e Africanidades Publicado em 11 de novembro de 2015

Resumo

Resumo: Este trabalho tem como finalidade relatar uma experiência vivenciada pelos bolsistas do PIBID/UERN (Programa Institucional de Iniciação a Docência), mais especificamente com o projeto a Literatura Africana, que tem suas atividades desenvolvidas na Escola Estadual Professora “Maria Edilma de Freitas” na cidade de Pau dos Ferros no Estado do Rio Grande do Norte. Nosso principal foco de trabalho é a leitura/releitura dos contos africanos, pois compreendermos que esta literatura é pouco valorizada nas escolas brasileiras e, principalmente, nos livros didáticos, apesar de alguns manuais trazerem alguns gêneros como poesias e textos, ainda são muito insignificantes os espaços destinados a literatura africana. Baseamos nossos estudos em Pereira (2007), Walter (2009) e na lei 10.639/03 sobre o ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura Afro-brasileira e africana na educação básica. Utilizamos como metodologia a escolha de alguns contos encontrados na obra contos africanos dos países de língua portuguesa, organizada por Rita Chaves (2009), para leitura e interpretação dos textos; divisão da turma em grupos para a análise dos contos e por último, culminando na apresentação de uma peça teatral e na criação de um vídeo da mesma, adaptada a partir de um dos contos presentes na obra. Os resultados mostram que o trabalho com a leitura/releitura dos contos africanos em países de língua portuguesa, desperta nos alunos o interesse pela história e cultura desses povos e como também desenvolve nos discentes a habilidade com a leitura/interpretação de textos, propiciando a ampliação de conhecimentos estéticos e culturais. Assim o projeto conseguiu trabalhar de acordo com o que propõe as novas diretrizes curriculares para o estudo da história e cultura afro-brasileira e africana, ou seja, a cultura afro-brasileira como constituinte e formadora da sociedade brasileira e a valorização dos pensamentos e ideias dos negros brasileiros, a cultura (a dança, a música, a culinária) e as religiões africanas.

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