ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS: PLANEJAR
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Assim, o estudo aqui apresentado se encontra em desenvolvimento, uma vez que é resultado das ações desempenhadas no Programa Residência Pedagógica da Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL, campus II, este viabiliza vivências no cotidiano escolar. Nesse sentido, realizamos um recorte das ações desempenhadas em uma das escolas campo do Residência Pedagógica, especificamente, na creche. A priori, o presente estudo tem como questionamento: qual a importância de saber organizar o espaço na educação infantil? Para isso, empreendemos um diálogo com os estudos de Antoni Zabala (1998); Miguel A. Zabalza (1998); Anna Bondioli; Susanna Mantovani (1998) e Julia Oliveira Formosinho (2002). Assim, tem-se como objetivo planejar ações que interfiram na organização dos espaços, e posterior a isso fazer e rever as práticas que serão realizadas de formas coletivas, contando com o conhecimento profissional prático e de natureza evolutiva, ou seja, um espaço de pesquisa-ação, onde residentes e escola estejam no processo de reflexão e ação. Para Zabalza (1998), entende-se que para as crianças o espaço é o que possibilita as sensações, vivências e aprendizagens, assim, agir na organização do espaço e fazer dele um local adequado e prazeroso para educação infantil é desenvolver ações que proporcionem aprendizagem que contemplem o desenvolvimento infantil. Assim, observou-se que na creche campo de ação do Residência Pedagógica, que o tempo das crianças é fragmentado e difuso, constituído por atividades que as crianças ficam limitadas ao espaço da sala principal de atividades, principalmente, nas atividades voltadas para higiene e alimentação. Para Zabalza (1998), os espaços físicos utilizados em uma instituição, dependendo de como estiverem organizados, esses oportunizam a dinâmica de trabalho e as aprendizagens que são possíveis. O estar em um espaço de aprendizagem na creche é pensar em todos os elementos que o constituem, desde a mobília, os sons, as cores e objetos. Se levarmos em consideração o grande poder do ambiente como facilitador da aprendizagem (Zabalza, 1987), constataremos a relevância de fazer um planejamento dos espaços em consonância com a pesquisa-ação. Assim, torna-se cada vez mais necessária a organização dos espaços coletivos na instituição, uma vez que esses espaços se tornam um lugar para as crianças explorar, intervir, descobrir e aprender. Nesse sentido, ao planejarmos as ações de intervenções no espaço da creche busca-se que o espaço físico perpasse por um planejar, fazer e rever, trazendo elementos específicos da prática pedagógica junto às crianças pequenas. Para isso, os resultados aqui apresentados trazem propostas de intervenções na dimensão física, dimensão funcional, dimensão temporal e dimensão relacional na creche. As observações diretas da creche informam que organização atual não é resultado, apenas, de limitações físicas e/ou de materiais. A precarização de recursos didáticos no espaço da creche coloca os/as docentes diante de desafios constantes, limitando a ação pedagógica junto às crianças, e assim dificultando exploração e organização dos espaços. Segundo Zabala (1998) o entendimento da organização do espaço como facilitador da ação pedagógica e da aprendizagem potencializam o sentimento de pertença e de identificação com o grupo, possibilitando assim, um espaço de desenvolvimento e aprendizagem que intensifica as qualidades coletivas. Portanto, as ações de intervenções desenvolvidas nos espaços da creche estão promovendo atitudes de compromisso e de responsabilidade no grupo de profissionais e nas crianças. 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Porto Alegre: Artes Médicas, 1998 OLIVEIRA-FORMOSINHO, J., e FORMOSINHO, J. O apoio ao desenvolvimento profissional sustentado no desenvolvimento organizacional: A intervenção da Associação Criança. Infância e Educação: Investigação e Práticas. Editora Loyola. 2000. ZABALZA, Miguel A. Qualidade em Educação Infantil, trad. Beatriz Affonso Neves, Porto Alegre: ArtMed, 1998. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. 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