O texto a princípio evidencia a educação vigente na sociedade capitalista enquanto um modelo voltado para a qualificação do homem em conformidade com as demandas do mercado de trabalho. Partimos do pressuposto de que o modelo de educação implementado na sociedade brasileira, contribui para o fortalecimento da ideologia dominante em detrimento da classe trabalhadora. Entendemos que na política de educação se expressa às estratégias do capital, através de um conjunto de reformas permeadas por uma ideologia dominante que visa o estímulo ao desenvolvimento científico e tecnológico numa perceptiva de lucro, ocultando assim, as desigualdades econômicas, políticas e sociais existentes na sociedade vigente. Nesse sentido, o presente artigo trata-se de uma discussão bibliográfica – com base em Tonet (2016) - que objetiva refletir acerca dos desafios para a construção de um modelo educacional que incida para o processo de emancipação humana. Pois comungamos com a perspectiva do referido auto, Tonet (2016), ao afirmar que a educação representa um caminho para a emancipação humana.