Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

AS MÁSCARAS DA SOCIEDADE - IDENTIDADE, RAÇA E CLASSE

Palavra-chaves: IDENTIDADE, RACISMO, DESIGUALDADE DE CLASSE, MÁSCARAS SOCIAIS, REPRESENTAÇÕES, IDENTIDADE, RACISMO, DESIGUALDADE DE CLASSE, MÁSCARAS SOCIAIS, REPRESENTAÇÕES, , , , Relato de Experiência Eixo Temático 02: Educação, diversidade e interculturalidade.
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

A atividade desenvolvida nas turmas 2A e 3A de Sociologia da Escola Estadual de Ensino Médio Augusto Simões Lopes, em Pelotas/RS, promovido pelo Programa de Iniciação à Docência (PIBID) - Sociologia, da Universidade Federal de Pelotas, teve como objetivo provocar uma reflexão crítica sobre como representações sociais de raça, classe e gênero atravessam a construção da identidade, além de promover uma educação anti racista e a inclusão dos alunos. A partir de perguntas disparadoras sobre o significado da máscara e seu uso simbólico no cotidiano, buscou-se problematizar se ela revela ou oculta quem somos e como a sociedade impõe papéis e estereótipos que influenciam a forma como nos vemos e somos vistos. Após o diálogo inicial, cada estudante recebeu uma máscara em branco e foi orientado a representá-la com base em sua percepção de mundo e nas discussões anteriores sobre identidade, corpo e desigualdades. Durante a atividade, observaram-se diferentes formas de expressão. Em uma turma, um grupo de alunos que estavam sentados juntos produziu máscaras semelhantes, reproduzindo um mesmo padrão estético associado a ideais de beleza amplamente difundidos, evidenciando a força desses referenciais e a influência direta no grupo. Em outros casos, as máscaras incorporaram críticas sociais: um estudante representou uma pessoa negra, questionando a associação recorrente entre pessoas negras e criminalidade; outro elaborou uma máscara marcada por cores e múltiplos elementos, indicando uma versão mais expressiva correspondendo a quem gostaria de ser. As variações de participação das turmas demonstraram que o ambiente coletivo condiciona o nível de exposição e elaboração das falas. Em alguns momentos houve maior aprofundamento e segurança; em outros, prevaleceram explicações mais breves e contidas, o que reforça a complexidade das questões trabalhadas. Usadas as contribuições de Lélia Gonzalez, Frantz Fanon e Erving Goffman, possibilitando assim compreender as máscaras como construções sociais presentes nas interações cotidianas.

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