Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

DOCÊNCIA, CORPO E ARTE URBANA: O GRAFITE E A POESIA NO ENSINO INTEGRAL

Palavra-chaves: CULTURA URBANA, PESSOAS MARGINALIZADAS, PIBID, , , , Relato de Experiência Eixo temático 07: Cidadania, direitos humanos e inclusão social
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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Este trabalho tem a intenção de refletir sobre uma sequência didática desenvolvida a partir da interdisciplinaridade entre Pedagogia e Educação Física, com foco na docência do corpo e da infância, junto a estudantes do Ensino Fundamental em período integral, com idades entre 9 e 13 anos, em uma escola Municipal de Curitiba/PR. Foi organizado buscando compreender a arte urbana como linguagem social, prática cultural e forma de expressão estética e política. A sequência ocorreu ao longo de sete aulas, envolvendo contextualização teórica, discussão coletiva, práticas corporais, produção artística autoral e experimentação do grafite em suporte coletivo. A proposta foi desenvolvida no contexto do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), articulando práticas pedagógicas que valorizam a cultura urbana como objeto de reflexão e produção de conhecimento. As atividades incluíram exibição de documentário, discussão sobre criminalização da pichação, oficina de poesia marginal, brincadeiras corporais mediadas por leitura, produção de zines e prática de grafite. Trabalhamos a partir de uma visão crítica, usando como referencial a escritora bell hooks, que no seu livro “ensinando a transgredir”, reflete sobre as práticas pedagógicas, dos problemas que atravessam a sociedade, sobretudo de pessoas historicamente excluídas que vivem na margem da sociedade. A produção autoral favoreceu a emergência de narrativas identitárias, percepções sociais e reflexões críticas. Essa experiência nos deu a oportunidade de tornar a escola um espaço de liberdade com diálogo cultural, escuta pedagógica e construção crítica do conhecimento, tendo como objetivo principal a valorização e o pertencimento das crianças que vivem na margem da sociedade, construindo novos olhares para realidade. Servindo o cumprimento da Lei antirracista 11.645/2008 e abrindo caminhos possíveis para vozes que muitas vezes são silenciadas e oprimidas dentro dos ambientes escolares, permitindo representações de pessoas marginalizadas que produzem cultura e resistência em um mundo desigual.

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