Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

MATEMÁTICA COMO LINGUAGEM DE MEDIAÇÃO NO ENFRENTAMENTO DA MARGINALIZAÇÃO ETÁRIA ATRAVÉS DE RECEITAS AFETIVAS

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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Este trabalho analisa um projeto de extensão desenvolvido por dois bolsistas voluntários e dois professores orientadores em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) no município de Balneário Gaivota/SC, que utiliza receitas afetivas como eixo articulador de encontros com pessoas idosas, compreendendo a Matemática não como conteúdo escolar, mas como uma linguagem presente nas práticas cotidianas e nas experiências de vida. Inserido no campo da educação não formal e da intervenção social, o estudo tem como objetivo analisar de que forma a conexão entre memória, convivência e identificação da Matemática no cotidiano contribui para o enfrentamento da marginalização etária, o estímulo da memória e o fortalecimento de vínculos sociais. O referencial teórico fundamenta-se na valorização dos saberes cotidianos, no papel da memória no envelhecimento e na compreensão da Matemática como prática cultural e mediadora de relações sociais. Metodologicamente, adota-se uma abordagem qualitativa e interpretativa, baseada na realização de rodas de conversa, escuta coletiva e valorização das narrativas associadas às experiências culinárias e memórias compartilhadas pelos participantes, sem a realização de oficinas culinárias práticas, em função das limitações estruturais do espaço. Os resultados indicam que essas narrativas gastronômicas e de vida funcionam como dispositivos de memória, identidade e pertencimento, favorecendo o engajamento dos idosos nas atividades do CRAS e reduzindo situações de isolamento social. A Matemática emerge de forma transversal, integrada às narrativas, permitindo que os participantes reconheçam sua presença em receitas realizadas ao longo da vida, como por exemplo o uso da fração na hora de medir os ingredientes. Conclui-se que a proposta contribui para ressignificar a relação dos idosos com a Matemática, fortalecer vínculos comunitários e valorizar saberes historicamente invisibilizados, evidenciando o potencial de práticas socioassistenciais que priorizam a convivência, o diálogo e o reconhecimento das trajetórias de vida.

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