Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

BRINCADEIRAS AFRICANAS COMO POSSIBILIDADE PARA UMA EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA

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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Este relato de experiência apresenta vivências no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), realizadas em uma Unidade de Educação Integral Integrada em Curitiba–PR. A proposta foi desenvolvida durante as aulas de Práticas Educativas de Língua Portuguesa, com turmas multisseriadas, compostas por estudantes de 7 a 11 anos, com o objetivo de promover conhecimento e valorização da cultura africana, ampliando o repertório dos estudantes, desmistificando preconceitos e combatendo o racismo. As brincadeiras africanas fizeram parte de uma oficina pedagógica em que os estudantes foram questionados sobre seus conhecimentos prévios e como imaginavam o contexto social local. Identificamos estereótipos presentes no imaginário dos estudantes e problematizamos esses discursos. Observou-se que os estudantes não associavam o continente africano à existência de infâncias e práticas lúdicas semelhantes às nossas, tais como: brincadeiras musicais, de agilidade, individuais e coletivas. Realizamos uma breve apresentação de alguns países africanos, destacando a importância de compreender a África como um continente diverso, com múltiplas culturas, e não como um território homogêneo. A cada aula, os estudantes se sentiam motivados a relacionar as bandeiras aos países. Foi possível notar dificuldade em realizar atividades cooperativas e os conflitos foram evidentes. Tal proposta pedagógica contribuiu para a efetivação de uma educação antirracista, com momentos de reflexão e escuta, compreendendo que as brincadeiras africanas podem ser importantes recursos pedagógicos para promover o respeito à diversidade no contexto escolar. O desenvolvimento dessas ações foi realizado com base nos referenciais teóricos sobre a literatura afro como possibilidade reflexiva (Silva, Ferreira e Faria, 2011), a literatura infantojuvenil articulada à educação antirracista (Silva, Souza e Farias, 2025) e o projeto político pedagógico na perspectiva contemporânea da educação integral (Tritron e Pacheco, 2015).

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