Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

EXPERIÊNCIAS PIBIDIANAS: O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE ESCRITA EM TURMAS DE 1° E 2° ANO EM ESCOLA ESTADUAL DA CIDADE DE FREDERICO WESTPHALEN

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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Este trabalho reúne observações e planejamentos semanais, iniciadas em março de 2025, em torno da escrita de estudantes de primeiro e segundo ano do Ensino Fundamental de uma escola pública, relacionadas ao projeto Experiências Formativas em Alfabetização e Letramento: Literacia e Numeracia na Educação Infantil (Pré B) e nos Anos Iniciais (1º e 2º anos) do Ensino Fundamental, vinculadas ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), desenvolvido pelas licenciandas do Curso de Pedagogia, da URI- Câmpus de Frederico Westphalen. Este relato teve como norte as fases da escrita, teoria desenvolvida pelas pesquisadoras Emília Ferreiro e Ana Teberosky, que mapearam os estágios de alfabetização em quatro níveis: nível Pré-Silábico, Silábico, Silábico-Alfabético e Alfabético. Cerca de 40 alunos do 1° ano da tarde, divididos em duas turmas, estavam no estágio silábico (escrita sem valor sonoro) e silábica alfabética (escrita que reproduz a fala). No turno da manhã, entre 40 alunos de 1° ano divididos na mesma dinâmica acima, foi observado que estavam em três estágios, incluindo os citados anteriormente e o estágio alfabético, pois alguns compreendiam o código da escrita. Já no 2° ano da tarde, a característica de escrita dos quase 50 estudantes, era silábico-alfabético e alfabético. No turno inverso, com uma turma de 2º ano, 20 alunos apresentavam as mesmas características de escrita. Durante o ano letivo, aplicamos atividades que promoveram escrita espontânea e observamos a evolução dos estudantes, ao passo que no mês de dezembro pudemos constatar que ambos os níveis se enquadraram no estágio alfabético da escrita, com exceção de crianças com déficits cognitivos. Conclui-se que as ações desenvolvidas pelas bolsistas PIBID, no cotidiano da escola, contribuem com o processo de alfabetização dos estudantes e no desenvolvimento de habilidades de ensino, aperfeiçoando a formação docente.

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