O PATRIARCADO, A INVISIBILIZAÇÃO E O APAGAMENTO DA MULHER NA ESCRITA DA HISTÓRIA
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Assim, o que se depreende é que ou se nasce no sexo masculino e segue-se o padrão heteronormativo ou aceite as consequências da sociedade patriarcal. A mimese só é válida para os machos heterossexuais. Mulheres, sejam elas heterossexuais ou homossexuais, são consideradas abjetas, no amplo expectro social. Homens homossexuais são alocados socialmente, na mesma condição das mulheres. Portanto, concordo com Simone de Beavoir e Judith Butler, de que não se nasce mulher, mas torna-se (no caso da primeira autora) e, seguindo a perspectiva da segunda autora, advoga-se que os padrões hetero e homo são projetos de uma sociedade patriarcal heteronormativa. O enredo supracitado serviu como pano de fundo para ilustrar a questão da invisibilização da princesa portuguesa Maria Isabel de Bragança, irmã de D. Pedro I no Brasil e IV, em Portugal, filha de D. João VI e Dona Carlota Joaquina, que casou-se com o rei da Espanha, D. Fernando VII (irmão de Carlota Joaquina). 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Dessa maneira, pensar, problematizar, refletir, desenvolver, sistematizar e publicizar o conhecimento inerente às questões de gênero e sexualidade e suas intersecções com a educação.<br />\r\n Sendo as instituições educativas um espaço-tempo marcado pelas diferenças, onde transitam distintos sujeitos, onde suas vivências se desvelam nas mais complexas situações, os espaços educativos, especialmente as escolas se configuram enquanto cenário aberto à multiplicidade e transitoriedade das subjetivações identitárias, considerando que as relações de aprendizagem são influenciadas pelas relações interpessoais que se estabelecem concomitantemente ao processo ensino-aprendizagem, quer seja nas interações didáticas entre estudantes e objeto os conteúdos curriculares, quer seja entre os próprios os/as estudantes entre si, ou mesmo na relação dialógica aluno/a-professor/a.<br />\r\n Partindo de tais pressupostos suscitamos algumas questões que podem contribuir para que possamos compreender melhor a intrínseca relação acerca das temáticas de gênero e sexualidade nos processos educativos: Gênero e sexualidade na escola, afinal, do que se trata nessa interpelação? 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