Artigo Anais I CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

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SEXUALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PROFESSORAS NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB

Palavra-chaves: PROFESSORAS, SEXUALIDADE INFANTIL, EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação Oral (CO) GÊNERO, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO Publicado em 18 de setembro de 2014

Resumo

A infância é um período onde acontecem as primeiras manifestações a respeito da sexualidade, como também acontecem às primeiras trocas de experiência entre as crianças na Educação Infantil. O propósito deste trabalho é analisar quais são as concepções sobre sexualidade infantil das professoras da Educação Infantil e identificar as dificuldades encontradas por estas uma vez que a sexualidade na escola apresenta-se como um desafio para a prática pedagógica e educativa de professores e professoras, pois ao entrar na escola a criança já traz consigo todo comportamento advindo do seu ambiente sociofamiliar; irá interagir com outros sujeitos (crianças) de outras naturezas familiares, trocando nessas relações influências a respeito de sua construção social. Para tal utilizou-se como aporte teórico Freud (1996), Foucault (1988), RCNEI (1988), além de outras bases legais do uso da temática nos currículos nacionais. A pesquisa tem caráter qualitativo, possibilitando uma maior apropriação dos resultados obtidos, sendo utilizado como instrumento um questionário com 10 professoras que atuam na Educação Infantil em duas escolas da rede privada de ensino do município de Campina Grande-PB, com o qual se pode concluir que as educadoras ainda associam a sexualidade apenas ao fator biológico, elas ainda consideram o trabalho com a temática difícil, mas importante no sentido de buscar uma boa relação entre família e escola. Assim a Educação Infantil torna-se um espaço produtivo e amplo para que, sem tabus, as crianças expressem o que pensam, desejam, reivindicam, dessa forma as explicações dadas devem ser objetivas, paralelamente com o tempo elas elaborarão as informações que acumularam e compreenderam o processo, surgindo novas dúvidas, cabendo aos pais e professores informar o necessário à criança, formando uma tríade família-aluno-educador para um terreno possível de diálogo.

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