Artigo Anais I CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

O PROFESSOR QUE MESTRA: TEORIA, PRÁTICAS E EXPERIÊNCIA FORMATIVA NOS USOS DO ROLEPLAYING GAME NA HISTÓRIA ENSINADA.

Palavra-chaves: ROLEPLAYING GAME, ENSINO DE HISTÓRIA, FORMAÇÃO DE PROFESSORES Comunicação Oral (CO) FORMAÇÃO DE PROFESSORES Publicado em 18 de setembro de 2014

Resumo

Este trabalho trata de uma reflexão acerca dos usos do Roleplaying Game (RPG) no ensino da História, a partir da convergência entre os espaços de formação de professores, atuação no campo docente e reflexão teórica acerca destes espaços. Dessa maneira oferecendo ao professor a possibilidade da utilização do Roleplaying Game como uma alternativa que pode ser incluída no seu rol de saberes e práticas docentes. Estas reflexões foram possíveis a partir da observação não-sistemática participativa de doze aulas de História em duas turmas do 2º ano do ensino médio da EREM Jornalista Trajano Chacon, localizada na cidade do Recife, durante o período de estágio supervisionado. Fizemos uso, também, de revisão literária sobre trabalhos acadêmicos referentes ao tema RPG e educação. E por entendermos a complexidade analítica de nosso objeto de estudo, realizamos entrevistas com o docente e alunos da referida EREM, a fim de preencher quaisquer lacunas deixadas pelas observações. Cabe apontar que os estudos sobre o RPG, seja enquanto jogo ou sua aplicabilidade à sala de aula, tem crescido muito nos últimos dez anos. E esse crescimento refere-se a descoberta das potencialidades dos jogos de interpretação de papéis dentro da modernidade tardia. Analisar e refletir, bem como problematizar, as possibilidades no uso do RPG na sala de aula de história é o objetivo fundamental desta pesquisa. Devemos esclarecer que este trabalho não pretende exaurir toda a potencialidade pedagógica de sistemas de RPG e tão pouco apontar todas as suas limitações e abusos. E, portanto, é preciso refletir mais. Construir mais pesquisas que reflitam os processos de ensino-aprendizagem como em um ciclo que vai das práticas pedagógicas à pesquisa, da pesquisa à formação de professores, e desta última ao chão da escola de novo. Mas, não do mesmo jeito que saiu, retornará renovada e, portanto, ressignificada.

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