Artigo Anais CONACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-0186

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TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO DE TENDINITE DO SUPRA-ESPINHOSO DECORRENTE DE PRÁTICA ESPORTIVA: UM ESTUDO DE CASO

Palavra-chaves: SUPRA-ESPINHOSO, TENDINITE, FISIOTERAPIA Pôster (PO) Fisioterapia

Resumo

INTRODUÇÃO As lesões do manguito rotador são as afecções mais frequentes nas doenças tendíneas inflamatórias do ombro. Cerca de 60% dos casos são assintomáticos, e em 80% dos casos o local da calcificação é no músculo supra-espinhoso. Na prática esportiva, o excesso de força, movimentos repetitivos e posições viciosas podem resultar em uma inflamação do tendão conhecida como tendinite, que pode evoluir de micro lesões para macro lesões ou ruptura completa do tendão caso não seja realizado um tratamento precoce. O tratamento realizado geralmente é o conservador com utilização de medicamentos e fisioterapia nos sinais e sintomas apresentados. OBJETIVOVerificar a eficácia do protocolo fisioterapêutico no tratamento da tendinite do supra-espinhoso em um jogador de vôlei atendido no Centro Integrado de Saúde da Faculdade de Saúde, Ciências Humanas e Tecnológicas do Piauí. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa tipo estudo de caso realizado em um paciente, no Centro Integrado de Saúde da Faculdade NOVAFAPI, na clínica de fisioterapia reumatológica, onde foram realizados 04 atendimentos, com duração de 50 minutos cada e foram utilizados recursos de terapia manual e eletroterapia no tratamento dos sinais e sintomas apresentados. RESULTADO E DISCUSSÃO O presente trabalho consiste em um estudo de caso no qual se buscou, ao longo de quatro sessões de 50 minutos, tratar os sinais apresentados pelo paciente na tendinite de supra-espinhoso. Os sintomas encontrados foram contraturas da musculatura da cintura escapular que foi realizado o tratamento com técnicas de liberação miofascial, alongamentos e mobilizações passivas. O tratamento da dor na articulação envolveu aparelhos como o ultra-som pulsado de baixa intensidade e o TENS, simétrico com baixa frequência e alta duração de pulso, promovendo uma sensação de relaxamento no local onde se referiu o quadro álgico. Os dados quando comparados com o inicio do tratamento mostraram uma clara melhora em relação a dor com uma diminuição do score de E.V.A. além de um aumento da amplitude de movimento que foi provada com a goniometria, onde o paciente em um curto período teve uma melhora muito grande além do aumento da força muscular descrito pela tabela de Oxford.CONCLUSÃO O protocolo de fisioterapia escolhido para o tratamento da contratura muscular e quadro álgico na região periarticular obteve bons resultados com redução dos sintomas mensurada através da escala visual analógica (E.V.A.). Além da redução da dor houve um aumento de amplitude de movimento e aumento da força muscular descritos em tabelas nos resultados.

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