Artigo Anais VII ENALIC

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

REFLEXÕES DE BOLSITAS DO PIBID ACERCA DE UMA PRÁTICA DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE POEMAS EM UMA TURMA DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.

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Agência Financiadora: CAPES - PIBID O presente trabalho refere-se a um relato de experiência vivenciado por alunas bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID, acadêmicas do curso de Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa, do Instituto Federal de Alagoas - IFAL (Campus Maceió), onde, em nossas ações iniciais, tivemos a oportunidade de acompanhar o Projeto intitulado Fórmula da Vitória, desenvolvido pelo Instituto Ayrton Senna, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação - SEMED, realizado na Escola Municipal Professor Antídio Vieira, localizada em uma região periférica do Bairro Trapiche da Barra, em Maceió - AL. O referido projeto foi aplicado em alunos do 6º ano do ensino fundamental, e a necessidade de criá-lo e colocá-lo em prática surgiu devido à constatação de dificuldade nos âmbitos da leitura, escrita e oralidade desses alunos. Nesse curto tempo de convivência semanal com os alunos, experenciamos situações e desabafos por parte deles, que deixam clara a realidade da qual fazem parte. Nesse contexto, que engloba aspectos sociais, econômicos e culturais do cotidiano desses jovens, solidarizamo-nos com tudo o que ouvimos, lemos e vivenciamos, e tivemos a constatação de como um ambiente familiar instável é capaz de influenciar negativamente na educação de crianças e jovens. Um grande questionamento deste estudo versa sobre como nós, pibidianas, podemos atuar, propondo e desenvolvendo novas ideias e práticas de ensino capazes de corroborar ao máximo a formação de cidadãos participativos, reflexivos e críticos, através da oportunidade que nos foi concebida de unir a teoria estudada nas universidades e institutos federais à prática proporcionada pelo convívio semanal com as escolas da rede pública. Em vista disso, intencionamos demonstrar a relevância deste projeto, visando suprir a carência das competências leitora e escritora apresentadas pelos os alunos e alunas das turmas regulares dessa escola, tendo em vista que o domínio da leitura e da escrita é um pré-requisito básico e indispensável para a construção intelectual desses sujeitos. Objetivamos acompanhar o processo dos alunos e alunas no que diz respeito à alfabetização e letramento, através da escrita, rescrita e oralidade, utilizando o gênero poema como um instrumento de ensino-aprendizagem nas aulas de reensino de Língua Portuguesa. Dessa forma, pretende-se realizar um breve relato acerca dos resultados alcançados e das problemáticas encontradas no decorrer do trabalho. Teoricamente nos apoiamos nos estudos sobre o letramento e letramento literário. De acordo com Mendonça (2007) o letramento não acontece desvinculado das práticas sociais de escrita, quem lê ou escreve o faz com um objetivo: atingir alguém, com o intuito de comunicar-se ou transmitir algo, portanto, é de extrema importância que o professor avalie suas práticas observando se elas estão sendo absolvidas de forma significativa por seus alunos. Já Cosson (2018), afirma que a leitura e a escrita de texto literário permite um encontro com o nosso "eu" e com o nosso contexto local. Ademais, nos permite vivenciar outros "eus", romper o tempo e o espaço sem deixar de ser nós mesmos. Por isso, é essencial que o docente leve em consideração o meio social em que seus alunos e alunas estão inseridos e permita que, mesmo sem saírem do seu cotidiano, eles possam vivenciar experiências únicas através da leitura. Este trabalho se insere metodologicamente na área de linguística aplicada e é de natureza qualitativa, uma vez que privilegia a prática interpretativa dos dados. Dentro deste paradigma, este relato de experiência baseou-se na abordagem etnográfica na perspectiva de Ludke e André (1986). Nesse sentido, vivenciamos a aplicação da oficina de criação de Poemas que foi elaborado inicialmente com a escolha de palavras relacionadas ao contexto dos estudantes. Os instrumentos de coleta e análise de dados estão constituídos por: (1) os poemas elaborados pelos estudantes; (2) diário de campo das pibidianas e (3) relatos da professora supervisora do PIBID. Como resultado, no que se refere ao letramento, observamos que a maioria dos estudantes conseguiu melhorar suas estratégias de leitura, escrita e de oralidade. Ademais, no que se refere à experiência vivida pelas bolsistas, o que ficou como percepção foram os efeitos satisfatórios, devido a um conjunto de ações que favoreceram o desenvolvimento de atividades que priorizaram a participação dos alunos e proporcionaram um despertar curioso a cada poema trabalhado. Em nossa compreensão, o que fica dessa experiência é que é possível explorar escrita e oralidade utilizando o gênero poema que, sobretudo, combina diferentes linguagens, auxilia e facilita a leitura, proporcionando uma ampliação do domínio da língua e desenvolvendo prazerosamente o hábito de ler. Por conseguinte, tudo isso se torna possível, principalmente, pela ótima convivência e interação entre a turma e a professora, onde acreditamos que isto seja um dos pressupostos para alcançar metas e objetivos traçados. Certamente, a leitura e a escrita estão relacionadas a diferentes processos e estratégias, bem como a intrínseca relação com o outro e com o mundo. Por fim, compreendemos que esta vivência, ainda que incipiente nos permite refletir sobre a importância do ensino contextualizado, ao constatarmos uma maior desenvoltura dos estudantes dentro desse prisma, pois, através dele, eles tiveram a oportunidade de construir sentidos para aquilo que aprendem na escola, dando significado a esses conhecimentos e valorizando suas vivências nesse processo de construção. Palavras-chave: letramento, poema, ensino, aprendizagem. Referências: COSSON, Rildo. Letramento Literário: Teoria e prática . 2.ed. , 7ª reimpressão. -São Paulo: Contexto, 2008. LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária LTDA, 1986. MENDONÇA, M. Gêneros: por onde anda o letramento? In: SANTOS, C. F; MENDONÇA, M. (Org.). Alfabetização e letramento: conceitos e relações. 1 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 37-56. "
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Dentro deste paradigma, este relato de experiência baseou-se na abordagem etnográfica na perspectiva de Ludke e André (1986). Nesse sentido, vivenciamos a aplicação da oficina de criação de Poemas que foi elaborado inicialmente com a escolha de palavras relacionadas ao contexto dos estudantes. Os instrumentos de coleta e análise de dados estão constituídos por: (1) os poemas elaborados pelos estudantes; (2) diário de campo das pibidianas e (3) relatos da professora supervisora do PIBID. Como resultado, no que se refere ao letramento, observamos que a maioria dos estudantes conseguiu melhorar suas estratégias de leitura, escrita e de oralidade. Ademais, no que se refere à experiência vivida pelas bolsistas, o que ficou como percepção foram os efeitos satisfatórios, devido a um conjunto de ações que favoreceram o desenvolvimento de atividades que priorizaram a participação dos alunos e proporcionaram um despertar curioso a cada poema trabalhado. 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Por fim, compreendemos que esta vivência, ainda que incipiente nos permite refletir sobre a importância do ensino contextualizado, ao constatarmos uma maior desenvoltura dos estudantes dentro desse prisma, pois, através dele, eles tiveram a oportunidade de construir sentidos para aquilo que aprendem na escola, dando significado a esses conhecimentos e valorizando suas vivências nesse processo de construção. Palavras-chave: letramento, poema, ensino, aprendizagem. Referências: COSSON, Rildo. Letramento Literário: Teoria e prática . 2.ed. , 7ª reimpressão. -São Paulo: Contexto, 2008. LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária LTDA, 1986. MENDONÇA, M. Gêneros: por onde anda o letramento? In: SANTOS, C. F; MENDONÇA, M. (Org.). Alfabetização e letramento: conceitos e relações. 1 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 37-56. "
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Publicado em 03 de dezembro de 2018

Resumo

REFLEXÕES DE BOLSITAS DO PIBID ACERCA DE UMA PRÁTICA DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE POEMAS EM UMA TURMA DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. Amanda de Mendonça Monte/ amanda.monte12@hotmail.com/ IFAL Érika Caroline da Silva/ IFAL Roseli Maria Silva de Lima/ IFAL Rute Vasconcelos dos Santos/ IFAL Maria Rita Honorato da Silva/ SEMED Eixo Temático: Alfabetização e letramentos - ênfase em referenciais, metodologias e práticas aplicadas na alfabetização, numeramento e no letramento científico. Agência Financiadora: CAPES - PIBID O presente trabalho refere-se a um relato de experiência vivenciado por alunas bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID, acadêmicas do curso de Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa, do Instituto Federal de Alagoas - IFAL (Campus Maceió), onde, em nossas ações iniciais, tivemos a oportunidade de acompanhar o Projeto intitulado Fórmula da Vitória, desenvolvido pelo Instituto Ayrton Senna, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação - SEMED, realizado na Escola Municipal Professor Antídio Vieira, localizada em uma região periférica do Bairro Trapiche da Barra, em Maceió - AL. O referido projeto foi aplicado em alunos do 6º ano do ensino fundamental, e a necessidade de criá-lo e colocá-lo em prática surgiu devido à constatação de dificuldade nos âmbitos da leitura, escrita e oralidade desses alunos. Nesse curto tempo de convivência semanal com os alunos, experenciamos situações e desabafos por parte deles, que deixam clara a realidade da qual fazem parte. Nesse contexto, que engloba aspectos sociais, econômicos e culturais do cotidiano desses jovens, solidarizamo-nos com tudo o que ouvimos, lemos e vivenciamos, e tivemos a constatação de como um ambiente familiar instável é capaz de influenciar negativamente na educação de crianças e jovens. Um grande questionamento deste estudo versa sobre como nós, pibidianas, podemos atuar, propondo e desenvolvendo novas ideias e práticas de ensino capazes de corroborar ao máximo a formação de cidadãos participativos, reflexivos e críticos, através da oportunidade que nos foi concebida de unir a teoria estudada nas universidades e institutos federais à prática proporcionada pelo convívio semanal com as escolas da rede pública. Em vista disso, intencionamos demonstrar a relevância deste projeto, visando suprir a carência das competências leitora e escritora apresentadas pelos os alunos e alunas das turmas regulares dessa escola, tendo em vista que o domínio da leitura e da escrita é um pré-requisito básico e indispensável para a construção intelectual desses sujeitos. Objetivamos acompanhar o processo dos alunos e alunas no que diz respeito à alfabetização e letramento, através da escrita, rescrita e oralidade, utilizando o gênero poema como um instrumento de ensino-aprendizagem nas aulas de reensino de Língua Portuguesa. Dessa forma, pretende-se realizar um breve relato acerca dos resultados alcançados e das problemáticas encontradas no decorrer do trabalho. Teoricamente nos apoiamos nos estudos sobre o letramento e letramento literário. De acordo com Mendonça (2007) o letramento não acontece desvinculado das práticas sociais de escrita, quem lê ou escreve o faz com um objetivo: atingir alguém, com o intuito de comunicar-se ou transmitir algo, portanto, é de extrema importância que o professor avalie suas práticas observando se elas estão sendo absolvidas de forma significativa por seus alunos. Já Cosson (2018), afirma que a leitura e a escrita de texto literário permite um encontro com o nosso "eu" e com o nosso contexto local. Ademais, nos permite vivenciar outros "eus", romper o tempo e o espaço sem deixar de ser nós mesmos. Por isso, é essencial que o docente leve em consideração o meio social em que seus alunos e alunas estão inseridos e permita que, mesmo sem saírem do seu cotidiano, eles possam vivenciar experiências únicas através da leitura. Este trabalho se insere metodologicamente na área de linguística aplicada e é de natureza qualitativa, uma vez que privilegia a prática interpretativa dos dados. 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