Artigo Anais CONACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-0186

ÚLCERA POR PRESSÃO COMO PRINCIPAL CONSEQUÊNCIA ENFRENTADA POR PACIENTES ACAMADOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA.

Palavra-chaves: ACAMADOS, IDOSO, ÚLCERA POR PRESSÃO Pôster (PO) Saúde Coletiva
"2014-04-09 00:00:00"
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1639
  +table: "artigo"
  +timestamps: false
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #connection: "mysql"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 5117
    "edicao_id" => 17
    "trabalho_id" => 772
    "inscrito_id" => 588
    "titulo" => "ÚLCERA POR PRESSÃO COMO PRINCIPAL CONSEQUÊNCIA ENFRENTADA POR PACIENTES ACAMADOS:  UMA REVISÃO DE LITERATURA."
    "resumo" => "O aumento da expectativa de vida tem como consequência uma elevação da possibilidade do idoso ser acometido por doenças crônicas-degenerativas. O que pode ocorrer de maneira aguda tornando-o incapacitado e totalmente dependente quando então é considerado um indivíduo acamado. Essa condição favorece o desencadeamento de inúmeras complicações emocionais e fisiopatológicas. Em relação a essa última, destaca-se o desenvolvimento de úlcera por pressão, uma condição referente a áreas da superfície corporal localizadas principalmente em regiões de proeminência óssea e que sofrem exposição prolongada a pressões elevadas, fricção ou estiramento, de modo a impedir a circulação local, com consequente destruição e/ou necrose tecidual. Objetivou-se identificar e elencar os fatores que ocasionam o surgimento de úlceras por pressão em pacientes acamados. Para tanto, foi realizada uma revisão de literatura exaustiva nas principais bases de dados disponíveis na internet (Scielo, Bireme e BVS). Delimitou-se o período de 2007 a 2012 para a busca dos artigos que se deu entre os meses de outubro a dezembro de 2013 utilizando como descritores: acamados, idosos e úlcera por pressão. Como resultado, obtivemos a prevalência de 10 fatores que culminam no aparecimento de ulcera por pressão. Ressalta-se, que a maioria deles advêm da ausência de mudança de decúbito, e por isso são pontuais. Sendo o aumento da pressão o primeiro fator a desencadear a lesão, pois, provoca uma isquemia no local com posterior eritema e diminuição da oxigenação local. Outro fator importante encontrado foi a fricção que acontece quando a pele se move contra uma superfície de apoio, provocando uma força de duas superfícies movendo-se uma sobre a outra. Verificou-se também que a mobilidade prejudicada é um fator primordial para o desencadeamento da patologia em questão. Existe ainda, além dos supracitados, uma grande variedade de outros fatores que podem estar relacionados ao desenvolvimento de úlcera por pressão, como a má nutrição que reduz a tolerância do tecido a pressão. Além disso, o avançar da idade provoca mudanças na síntese de colágeno que resultam em tecidos com redução da força mecânica e aumento da rigidez; a umidade quando não é controlada, amolece a pele. Outras condições podem aumentar a vulnerabilidade da pele aos efeitos da pressão, como elevação corporal local ou sistêmica que pode deixar à pele e o tecido subcutâneo mais propensos a isquemia porque os tecidos com temperatura elevada requerem maior demanda de oxigênio; o fumo reduz a circulação periférica, predispondo ainda mais o tecido à lesão; o estado cognitivo comprometido propicia a perda da habilidade do paciente, diminuindo a capacidade de detectar sensações que indiquem uma necessidade de mudança na posição através do movimento e por fim a lesão medular que compromete a sensibilidade térmica e tátil, levando a predisposição para o desenvolvimento das feridas. Assim, espera-se que este estudo contribua para fomentar as ações voltadas para a prevenção do desenvolvimento de úlcera por pressão a partir do conhecimento prévio dos fatores, como também, fomentar o maior número de pesquisa nessa temática."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "Saúde Coletiva"
    "palavra_chave" => "ACAMADOS, IDOSO, ÚLCERA POR PRESSÃO"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "Modalidade_4datahora_24_03_2014_21_20_46_idinscrito_588_5c75d3934f569e5e0efb9739a9a5ddad.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:52:51"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:08:38"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ANTONIO JOSÉ BARBOSA NETO"
    "autor_nome_curto" => "BARBOSA NETO"
    "autor_email" => "ajbneto_@hotmail.com"
    "autor_ies" => "FACULDADE SANTA MARIA"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-conacis"
    "edicao_nome" => "Anais CONACIS"
    "edicao_evento" => "Congresso Nacional Ciências da Saúde"
    "edicao_ano" => 2014
    "edicao_pasta" => "anais/conacis/2014"
    "edicao_logo" => "5e48b0ffd111d_16022020000327.png"
    "edicao_capa" => "5f183ea35f5aa_22072020102659.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2014-04-09 00:00:00"
    "publicacao_id" => 15
    "publicacao_nome" => "Revista CONACIS"
    "publicacao_codigo" => "2358-0186"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 5117
    "edicao_id" => 17
    "trabalho_id" => 772
    "inscrito_id" => 588
    "titulo" => "ÚLCERA POR PRESSÃO COMO PRINCIPAL CONSEQUÊNCIA ENFRENTADA POR PACIENTES ACAMADOS:  UMA REVISÃO DE LITERATURA."
    "resumo" => "O aumento da expectativa de vida tem como consequência uma elevação da possibilidade do idoso ser acometido por doenças crônicas-degenerativas. O que pode ocorrer de maneira aguda tornando-o incapacitado e totalmente dependente quando então é considerado um indivíduo acamado. Essa condição favorece o desencadeamento de inúmeras complicações emocionais e fisiopatológicas. Em relação a essa última, destaca-se o desenvolvimento de úlcera por pressão, uma condição referente a áreas da superfície corporal localizadas principalmente em regiões de proeminência óssea e que sofrem exposição prolongada a pressões elevadas, fricção ou estiramento, de modo a impedir a circulação local, com consequente destruição e/ou necrose tecidual. Objetivou-se identificar e elencar os fatores que ocasionam o surgimento de úlceras por pressão em pacientes acamados. Para tanto, foi realizada uma revisão de literatura exaustiva nas principais bases de dados disponíveis na internet (Scielo, Bireme e BVS). Delimitou-se o período de 2007 a 2012 para a busca dos artigos que se deu entre os meses de outubro a dezembro de 2013 utilizando como descritores: acamados, idosos e úlcera por pressão. Como resultado, obtivemos a prevalência de 10 fatores que culminam no aparecimento de ulcera por pressão. Ressalta-se, que a maioria deles advêm da ausência de mudança de decúbito, e por isso são pontuais. Sendo o aumento da pressão o primeiro fator a desencadear a lesão, pois, provoca uma isquemia no local com posterior eritema e diminuição da oxigenação local. Outro fator importante encontrado foi a fricção que acontece quando a pele se move contra uma superfície de apoio, provocando uma força de duas superfícies movendo-se uma sobre a outra. Verificou-se também que a mobilidade prejudicada é um fator primordial para o desencadeamento da patologia em questão. Existe ainda, além dos supracitados, uma grande variedade de outros fatores que podem estar relacionados ao desenvolvimento de úlcera por pressão, como a má nutrição que reduz a tolerância do tecido a pressão. Além disso, o avançar da idade provoca mudanças na síntese de colágeno que resultam em tecidos com redução da força mecânica e aumento da rigidez; a umidade quando não é controlada, amolece a pele. Outras condições podem aumentar a vulnerabilidade da pele aos efeitos da pressão, como elevação corporal local ou sistêmica que pode deixar à pele e o tecido subcutâneo mais propensos a isquemia porque os tecidos com temperatura elevada requerem maior demanda de oxigênio; o fumo reduz a circulação periférica, predispondo ainda mais o tecido à lesão; o estado cognitivo comprometido propicia a perda da habilidade do paciente, diminuindo a capacidade de detectar sensações que indiquem uma necessidade de mudança na posição através do movimento e por fim a lesão medular que compromete a sensibilidade térmica e tátil, levando a predisposição para o desenvolvimento das feridas. Assim, espera-se que este estudo contribua para fomentar as ações voltadas para a prevenção do desenvolvimento de úlcera por pressão a partir do conhecimento prévio dos fatores, como também, fomentar o maior número de pesquisa nessa temática."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "Saúde Coletiva"
    "palavra_chave" => "ACAMADOS, IDOSO, ÚLCERA POR PRESSÃO"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "Modalidade_4datahora_24_03_2014_21_20_46_idinscrito_588_5c75d3934f569e5e0efb9739a9a5ddad.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:52:51"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:08:38"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ANTONIO JOSÉ BARBOSA NETO"
    "autor_nome_curto" => "BARBOSA NETO"
    "autor_email" => "ajbneto_@hotmail.com"
    "autor_ies" => "FACULDADE SANTA MARIA"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-conacis"
    "edicao_nome" => "Anais CONACIS"
    "edicao_evento" => "Congresso Nacional Ciências da Saúde"
    "edicao_ano" => 2014
    "edicao_pasta" => "anais/conacis/2014"
    "edicao_logo" => "5e48b0ffd111d_16022020000327.png"
    "edicao_capa" => "5f183ea35f5aa_22072020102659.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2014-04-09 00:00:00"
    "publicacao_id" => 15
    "publicacao_nome" => "Revista CONACIS"
    "publicacao_codigo" => "2358-0186"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #classCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  #hidden: []
  #visible: []
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 09 de abril de 2014

Resumo

O aumento da expectativa de vida tem como consequência uma elevação da possibilidade do idoso ser acometido por doenças crônicas-degenerativas. O que pode ocorrer de maneira aguda tornando-o incapacitado e totalmente dependente quando então é considerado um indivíduo acamado. Essa condição favorece o desencadeamento de inúmeras complicações emocionais e fisiopatológicas. Em relação a essa última, destaca-se o desenvolvimento de úlcera por pressão, uma condição referente a áreas da superfície corporal localizadas principalmente em regiões de proeminência óssea e que sofrem exposição prolongada a pressões elevadas, fricção ou estiramento, de modo a impedir a circulação local, com consequente destruição e/ou necrose tecidual. Objetivou-se identificar e elencar os fatores que ocasionam o surgimento de úlceras por pressão em pacientes acamados. Para tanto, foi realizada uma revisão de literatura exaustiva nas principais bases de dados disponíveis na internet (Scielo, Bireme e BVS). Delimitou-se o período de 2007 a 2012 para a busca dos artigos que se deu entre os meses de outubro a dezembro de 2013 utilizando como descritores: acamados, idosos e úlcera por pressão. Como resultado, obtivemos a prevalência de 10 fatores que culminam no aparecimento de ulcera por pressão. Ressalta-se, que a maioria deles advêm da ausência de mudança de decúbito, e por isso são pontuais. Sendo o aumento da pressão o primeiro fator a desencadear a lesão, pois, provoca uma isquemia no local com posterior eritema e diminuição da oxigenação local. Outro fator importante encontrado foi a fricção que acontece quando a pele se move contra uma superfície de apoio, provocando uma força de duas superfícies movendo-se uma sobre a outra. Verificou-se também que a mobilidade prejudicada é um fator primordial para o desencadeamento da patologia em questão. Existe ainda, além dos supracitados, uma grande variedade de outros fatores que podem estar relacionados ao desenvolvimento de úlcera por pressão, como a má nutrição que reduz a tolerância do tecido a pressão. Além disso, o avançar da idade provoca mudanças na síntese de colágeno que resultam em tecidos com redução da força mecânica e aumento da rigidez; a umidade quando não é controlada, amolece a pele. Outras condições podem aumentar a vulnerabilidade da pele aos efeitos da pressão, como elevação corporal local ou sistêmica que pode deixar à pele e o tecido subcutâneo mais propensos a isquemia porque os tecidos com temperatura elevada requerem maior demanda de oxigênio; o fumo reduz a circulação periférica, predispondo ainda mais o tecido à lesão; o estado cognitivo comprometido propicia a perda da habilidade do paciente, diminuindo a capacidade de detectar sensações que indiquem uma necessidade de mudança na posição através do movimento e por fim a lesão medular que compromete a sensibilidade térmica e tátil, levando a predisposição para o desenvolvimento das feridas. Assim, espera-se que este estudo contribua para fomentar as ações voltadas para a prevenção do desenvolvimento de úlcera por pressão a partir do conhecimento prévio dos fatores, como também, fomentar o maior número de pesquisa nessa temática.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.