Artigo Anais III CONAPESC

ANAIS de Evento

ISSN: 2525-6696

ESTUDO DA UMIDADE DO RESÍDUO SÓLIDO URBANO DE ATERRO SANITÁRIO NO SEMIÁRIDO E SUA RELAÇÃO COM A PRECIPITAÇÃO

Palavra-chaves: ATERROS SANITÁRIOS, UMIDADE, RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, GEOTECNIA AMBIENTAL, GEOTECNIA AMBIENTAL Pôster (PO) AT 18 - Engenharias – Engenharia Civil, Engenharia Sanitária, Engenharia Química, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Engenharia Aeroespacial, Engenharia Elétrica
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Publicado em 17 de julho de 2018

Resumo

O aumento na geração de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), impulsionado pelo rápido crescimento populacional e pelo avanço da industrialização, representa uma das principais problemáticas a serem enfrentadas pela humanidade. A composição dos RSU pode variar de acordo com a época do ano, com a cultura, com o poder aquisitivo da população, entre outros fatores. Além disso, saber as características físico-químicas desses RSU, nesse caso, a umidade, é fundamental para compreender como o processo de biodegradação está ocorrendo. O presente trabalho tem como objetivo analisar a umidade do RSU que chega ao Aterro sanitário de Campina Grande (ASCG), bem como a sua relação com a precipitação. O campo experimental desse estudo é o Aterro Sanitário de Campina Grande (ASCG), que está localizado nas coordenadas geográficas 7°16’38” Latitude Sul e 36°00’51” a oeste de Greenwich. Para a realização do ensaio de teor de umidade dos resíduos que chegam no ASCG, foi realizado um plano de amostragem, que seguiu recomendações prescritas em norma brasileira de regulamentação e para o ensaio de umidade utilizou-se o método gravimétrico da estufa. Os dados de precipitação utilizados foram coletados na estação meteorológica do Instituto Nacional do Semiárido (INSA), localizado próximo ao ASCG. O valor do teor de umidade observado no resíduo foi de 72,20% e encontrou-se fora da faixa dos valores observados na literatura. Esse elevado teor de umidade pode ter sido devido à região estar na estação chuvosa ou devido à elevada presença de matéria orgânica no RSU. Conclui-se que há a necessidade de realizar uma série histórica de caracterização física dos RSU com o intuito de obter uma evolução temporal das características dos RSU ao longo de um ano, tendo em vista que os costumes de consumo da população mudam ao longo do ano e dos anos, bem como o clima pode mudar as características desse resíduo, e isso tudo reflete nas características e na biodegradabilidade dos resíduos.

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