Artigo Anais IV CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

ALFABETIZAR JOVENS E ADULTOS ? SIM, SEMPRE É TEMPO DE APRENDER

Palavra-chaves: ALFABETIZAÇÃO, EDUCAÇÃO, JOVENS E ADULTOS Comunicação Oral (CO) GT 12 - Educação de Pessoas Jovens e Adultas
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Publicado em 19 de dezembro de 2017

Resumo

A palavra analfabetismo é usada no Brasil com muita frequência e há muitos anos. No Brasil império havia uma grande discrepância entre os ditos “letrados”, os quais pertenciam à elite brasileira e a grande massa os ditos analfabetos. Em relação à educação, um hiato se formava no tocante à elite e a maioria da população. Segundo Carvalho (1981, p. 64), Entre a população escrava o índice de analfabetismo atingia 99,9% em 1872. A má qualidade do censo de 1890 pode ser responsável pelo declínio indicado para esse ano na taxa de alfabetização, mas a taxa real não deveria ser muito mais alta, pois em 1920, 30 anos mais tarde, os analfabetos ainda representavam 76% da população total. Grande parte da população brasileira não teve acesso ao estudo na idade apropriada, deixando assim uma grande parcela da população brasileira analfabeta. Porém essa parte da população tem o direito se ser alfabetizada e letrada, cabendo ao governo criar medidas que consolidem o processo ensino-aprendizagem desses cidadãos. De acordo com Veiga (2007), desde 1940 a Educação de Jovens e Adultos vem sendo considerada um problema de políticas públicas no Brasil. Alfabetizar esses jovens e adultos ainda é uma tarefa nebulosa e nem sempre alcançada. A complexidade dessa modalidade de ensino, muitas vezes, inibi o avanço nas providências por parte do governo. É imprescindível que haja estudos para a eficiência da alfabetização de jovens e adultos que não tiveram o direito do acesso e da permanência na escola assegurados na idade apropriada. Essa pesquisa foi realizada em uma escola pública do DF em uma de Educação de Jovens e Adultos do turno vespertino. Essas atividades baseiam-se no Instituto Paulo Montenegro – frente de ação social do IBOPE, parceiro da ONG Ação Educativa, que criou um indicador nacional de alfabetismo, o INAF (Indicador de Alfabetismo Funcional), o qual revela os níveis de alfabetismo funcional da população adulta brasileira, ou seja, quantifica as habilidades e práticas de leitura, escrita e matemática. As atividades de compreensão leitora foram criadas por mim para analisar o entendimento de palavras e frases curtas até textos de média extensão por parte desses alunos. A análise dessas atividades será apresentada em uma escalabilidade de compreensão leitora.

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