Artigo Anais III CIEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-0854

CORRELAÇÃO ENTRE CAPACIDADE FUNCIONAL E AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE POR IDOSOS DO MUNICÍPIO DE SÃO BENTO/PB

Palavra-chaves: IDOSOS, CAPACIDADE FUNCIONAL, AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE Pôster (PO) Atenção integral à saúde: promoção, prevenção, tratamento e reabilitação do idoso
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Publicado em 15 de junho de 2013

Resumo

INTRODUÇÃO: Do âmbito da saúde pública, a capacidade funcional surge como um novo conceito de saúde. A promoção do envelhecimento saudável significa maior valorização da autonomia, autodeterminação e preservação máxima da independência física do idoso. OBJETIVO: Caracterizar funcionalmente a população idosa do município de São Bento/PB, correlacionando seu estado funcional à autopercepção de saúde dos indivíduos, estabelecendo possíveis indicadores para identificação dos idosos de alto risco de perda funcional. METODOLOGIA: Estudo transversal de análise descritiva e exploratória, abordagem quantitativa. Amostragem randomizada formada por 50 pessoas com mais de 60 anos, residentes no município de São Bento/PB, com cognição preservada que recebiam acompanhamento do Programa Saúde da Família, de março a abril de 2008. Como instrumento de pesquisa foram utilizados questionários de múltipla escolha; Índice de Barthel; Análise da autopercepção da saúde em versão adaptada do Instrumento SABE e um questionário para aferir variáveis de caracterização da amostra, como, gênero, idade, existência de doenças crônicas. RESULTADOS: Dos 50 idosos da pesquisa, 72% eram do gênero feminino e 28% masculino. A faixa etária predominante é mais de 80 anos. Sobre doenças crônicas, 22% dos idosos não tinham nenhuma, 26% uma patologia, 32% duas, 16 % três e 4 % mais de três. Quanto à capacidade funcional, alimentação, atividade de banho, vestuário, uso do vaso sanitário, passagem cadeira-cama, 100% dos idosos considerados independentes. Embora a capacidade funcional tenha sido considerada preservada, houve variação na percepção global da saúde, considerada ruim, sem significação estatística entre as faixas etárias. Sobre evacuação, idosos dos 60-69 anos 77,27%, 70-80 anos 60% e mais de 80 anos 84,61% são continentes. Idosos entre 60-69 anos 22,72% apresentam episódios ocasionais de incontinência, entre 70-80 anos 40% e com mais de 80 anos apenas 15,38% são incontinentes. Na micção, 50% entre 60-69 anos, 60% entre 70-80 anos e acima de 80 anos 61,53% são continentes; 50%, 40% e 38,46% seguindo a ordem da faixa etária supracitada, apresentam incontinência ocasional. Sobre deambulação, 90% entre 60-69 anos, 80% entre 70-80 anos e 76,92% acima de 80 anos podem caminhar pelo menos 45 metros, mesmo utilizando dispositivos auxiliares; 9,09% entre 60-69 anos, 20% dos que têm entre 70-80 anos e 23,07% além de 80 anos podem caminhar pelo menos 45 metros, mas necessitam de ajuda ou supervisão. Em geral, 59,09% entre 60-69 anos, 53,33% entre 70-80 anos e 46,15% acima de 80 anos são capazes de subir ou descer escadas independentes, mesmo que necessitem de dispositivos; 18,18% entre 60-69 anos, 26,66% entre 70-80 anos e 30,76% acima de 80 anos necessitam de ajuda física ou de supervisão e 22,72%, 20% e 23,07% na ordem das faixas etárias supracitadas, não realizam tal atividade. CONCLUSÃO: Dentre as atividades da vida diária, os dados indicam que evacuação, micção, deambulação e subir escadas detêm maiores índices de dependência funcional, parcial ou total. Os resultados do presente estudo indicam que as ações integradas que abordam os principais fatores determinantes da autopercepção de saúde podem contribuir significativamente para a promoção do bem-estar e qualidade de vida dos idosos.

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