Artigo Anais III CIEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-0854

FATORES ASSOCIADOS À AUTOMEDICAÇÃO EM IDOSOS DE UMA UBSF EM CAMPINA GRANDE - PB

Palavra-chaves: AUTOMEDICAÇÃO, ENVELHECIMENTO, AUTOCUIDADO Pôster (PO) Atenção integral à saúde: promoção, prevenção, tratamento e reabilitação do idoso
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Publicado em 15 de junho de 2013

Resumo

INTRODUÇÃO: O envelhecimento é um processo biológico natural, no qual as funções de diferentes órgãos tornam-se deficientes, alterando a atividade dos medicamentos. A presença de diversas patologias concomitantes também é comum, o que facilita a polifarmácia, bem como a amplificação do uso de medicamentos, devido ao crescimento da expectativa de vida. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a automedicação é uma prática pela qual os indivíduos selecionam e usam medicamentos para tratar sintomas ou pequenos problemas de saúde e que acredita que lhe trará benefícios. O diagnóstico errado das doenças, utilização de dosagem insuficiente ou excessiva, aparecimento de efeitos indesejáveis graves ou de reações alérgicas são apenas alguns dos riscos causados pela automedicação. OBJETIVO: Averiguar a escolha, os motivos e as reações dos medicamentos usados pelos idosos na prática da automedicação. METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa-ação com abordagem quanti-qualitativa realizada na Unidade Básica de Saúde da Família Bonald Filho, localizada no bairro do Monte Santo na cidade de Campina Grande, entre julho de 2011 a abril de 2012, cujo protocolo de pesquisa no Comitê de Ética do HUAC/UFCG é nº 20112111-061. Foram tomados como sujeitos da pesquisa idosas e idosos com 60 anos ou mais cadastrados no HIPERDIA da equipe II da referida Unidade. RESULTADOS: De acordo com a pesquisa, 81,7% dos idosos entrevistados praticam automedicação, sendo 74,4% do sexo feminino e 25,6% do sexo masculino e destes, 28,0% são analfabetos, enquanto 72,0% são alfabetizados. A pesquisa também revela que dentre os medicamentos mais utilizados sem prescrição estão os analgésicos, anti-inflamatórios e antipiréticos. Os principais fatores que levam à prática da automedicação foram dor, resfriado e febre. Dos entrevistados, 23,2% relataram ter reações adversas como dor estomacal, tontura e aumento da pressão arterial, após o uso dos fármacos. CONCLUSÃO: Pode-se assim observar que a prática da automedicação não está relacionada ao grau de escolaridade ou nível socioeconômico, sendo a má qualidade e demora no atendimento do sistema publico de saúde, com longo tempo de espera e filas, a justificativa da motivação de buscarem tratamento nas farmácias. Uma estratégia para reduzir esta prática seria o acolhimento adequado, juntamente com a humanização e a educação em saúde, enfocando aspectos de promoção de saúde e prevenção de doenças e/ou agravos, onde o idoso possa ter autonomia e responsabilidade em seu autocuidado.

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