Artigo Anais I CNEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-1908

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IMPLANTAÇÃO DE CONSULTAS COM AROMATERAPIA E FLORAIS EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SÁUDE DA CIDADE DO NATAL

Palavra-chaves: TERAPIAS COMPLEMENTARES, AROMATERAPIA, FLORAIS Pôster (PO) / Poster Submission AT-2: PRÁTICAS CLÍNICAS E TERAPÊUTICAS Publicado em 23 de novembro de 2016

Resumo

As Terapias Complementares compreendem a Aromaterapia e os Florais, a prática de aroma é a utilização de óleos essenciais extraídos de plantas, com o objetivo de promover saúde e bem estar à totalidade do indivíduo, isto é, ao conjunto formado por corpo, mente e emoções. Os óleos essenciais possuem duas trajetórias de ação no corpo. A principal via de ação é através da inalação, na qual os óleos essenciais ao entrarem em contato com o ar evaporam e são captados pelo nariz que absorve o aroma e estimulam receptores nervosos encontrados no seu interior provocando um estímulo que é enviado diretamente para o cérebro. A segunda via é a aplicação dos óleos essenciais sobre a pele, os quais atuam sobre a mesma e são absorvidos, atingindo a corrente sanguínea e tecidos celulares. Os florais, criados por Dr. Bach, médico inglês, nos anos 30, tem como objetivo transformar estados mentais e emocionais negativos em positivos. Seu método de preparação consiste em colocar as flores escolhidas na água e deixá-las no sol ou sob um aquecimento. A energia vibracional das flores deixa uma mensagem vibracional positiva na água. Os florais tratam o indivíduo e não a doença ou sintomas da doença. Eles têm atuação na condição emocional da pessoa. O objetivo deste artigo é discutir o processo de implantação e funcionamento das consultas de aromaterapia e floras na Unidade Básica de Saúde de Candelária – Prefeitura do Natal. A metodologia deste trabalho é através do relato de experiência da implantação de consultas com aromaterapia e florais na UBS Candelária. As práticas complementares, na sua maioria, buscam o reequilíbrio global e não somente o tratamento sintomático e, dessa forma, acabam por exigir um envolvimento maior do indivíduo em seu próprio tratamento, maior disponibilidade de tempo para cuidar de si mesmo e com resultados muitas vezes não tão imediatos, mas eficazes. A equipe de saúde exerce papel fundamental perante as terapias não farmacológicas, principalmente o enfermeiro que está em contato com a população, tendo a oportunidade de educá-las e esclarecê-las quanto aos efeitos benéficos das terapias.

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