Artigo Anais III CONEDU

ANAIS de Evento

ISSN: 2358-8829

SER SURDO É SER DEFICIENTE OU DIFERENTE? APONTAMENTOS DE UM SURDO A LUZ DOS CONCEITOS DE IDENTIDADE E DIFERENÇA

Palavra-chaves: PESSOA SURDA, DEFICIÊNCIA, IDENTIDADE E DIFERENÇA Comunicação Oral (CO) Inclusão, Direitos Humanos e Interculturalidade
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Publicado em 05 de outubro de 2016

Resumo

O presente artigo traz uma comparação das concepções clínico-terapêutica e sócio-antropológica em torno da pessoa surda, sob a ótica das categorias identidade e diferença dos Estudos Culturais da Educação, tendo como base analítica as considerações de um surdo adulto, integrante da comunidade surda e também funcionário publico efetivo da rede municipal de ensino de João Pessoa-PB, sobre o que ele entende por ser surdo. A pessoa surda aqui é compreendida através de dois sentidos principais: a clínico-terapêutica ou da deficiência (anormal) e a sócio-antropológica ou da diferença (normal). Os discursos homogeneizadores e normatizantes, assim como, os processos de produção social e de identidades e diferenças são postos em cena, dialogando diretamente com a fala do sujeito entrevistado e constituindo o chão da discussão. O caráter cultural, político, histórico e social se apresentam como elementos fundamentais para o entendimento no confronto das concepções abordadas. Envolto à discussão identificamos o redimensionamento dos discursos em torno da pessoa surda, bem como a resistência do povo surdo na luta pela legitimidade dos seus modos de ser e estar no mundo. Concluímos evidenciando e justificando a concepção sócio-antropológica como superior do ponto de vista epistemológico, político e educacional, concordando com a ideia da diferença e da identidade que tira o surdo do lugar do anormal e da invisibilidade afirmando suas identidades.

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