Artigo Anais XII CONAGES

ANAIS de Evento

ISSN: 2177-4781

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OS MODELOS ESCALARES SÃO SUFICIENTES? O QUASE FETICHE DE ESCALAS E O MUNDO G0Y DOS ANOS 2000: UMA PROPOSIÇÃO DE MODELO MASCULINO CIS.

Palavra-chaves: G0Y, SEXUALIDADE, MASCULINIDADE Comunicação Oral (CO) Gênero, Sexualidades e Produção do conhecimento. Publicado em 08 de junho de 2016

Resumo

Nos últimos anos o comportamento gØy (escrito com um zero) tem sacudido o mundo masculino. Uma pergunta central que povoa o imaginário coletivo é um g0y é hétero ou é gay? Nos sites que tratam do tema g-zero-y a resposta é imediata. Nenhum dos dois. G0y é simplesmente um g0y. Uma nova identidade do homem cis? Kinsey em 1948 já preconizava algo assim ao afirmar que não existe apenas duas populações discretas: a heterossexual e homossexual. Um gØy é um homem que nos contatos homo não pratica o sexo total, é mais voltado para a estimulação, afeto, caricias intimas e homoerotismo, algo de comportamento não totalmente homossexual, mas bem longe dos conceitos ortodoxos da heterossexualidade. Isso levanta a tese que um g0y não seria nem hétero normativo, nem gay, nem bisex, representando algo à parte. Essa nuance implica em releitura de Kinsey e demais modelos escalares para a inclusão dessa quarta nomenclatura sexual e o artigo discute os diversos modelos, confrontando-os e realizando uma proposição no que diz respeito à masculinidade.

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