Artigo Anais XI CONAGES

ANAIS de Evento

ISSN: 2177-4781

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O LÚDICO E A PROMOÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DAS SEXUALIDADES NA ESCOLA

Palavra-chaves: EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS, LGBT, ECA, SEXUALIDADES, SEXUALIDADES Pôster (PO) / Poster Submission Gênero, Sexualidades e Educação

Resumo

O presente trabalho visou analisar características no ambiente escolar para exercer a prevenção e/ou intervenção contra violações aos direitos humanos de crianças e adolescentes nas escolas da educação básica com foco nos preconceitos contra as sexualidades. No Brasil, as discussões sobre educação em direitos humanos repercutem no aprimoramento de políticas públicas educacionais capazes de nortear o trabalho da equipe escolar na formação adequada dos estudantes. A compreensão de educação em direitos humanos perpassa o processo essencial da promoção dos direitos fundamentais ao ser humano por meio de ações educativas eficazes e eficientes de ação-reflexão na construção do conhecimento nessa área. A metodologia empregada ocorreu de forma bibliográfica, com enfoque nos estudos da legislação brasileira, principalmente a Constituição Federal, Estatuto da Criança e Adolescente, Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, além de autores como Winicott (1995), Costa (2012), Rayo (2004), entre outros. A argumentação no desenvolvimento do trabalho ocorreu pela análise dos direitos humanos voltado para a proteção integral das crianças e adolescentes, especialmente quanto às orientações sexuais e identidades de gênero entendendo a relação da equipe escolar na promoção desses direitos. Da mesma forma, outros norteadores de aprendizagem dessa equipe podem ser as atividades lúdicas dentro da sala de aula no tratamento de temáticas de direitos e deveres dos estudantes, por exemplo, abordados no Regimento Escolar ou Projeto Político Pedagógico da escola. Para isso, a importância dos elementos de construção participativa desses documentos para contemplar as ideias da comunidade escolar, mas a didática de estabelecer a ludicidade no cotidiano das aulas e do espaço escolar garantindo os direitos aos estudantes independentes da orientação sexual e identidade de gênero. Enfim, possibilitar mais discussões e construção de políticas públicas no sentido de promover formação continuada nessas temáticas à equipe escolar, além da garantia de proteção integral de todas as crianças e adolescentes.

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