Artigo Anais VII ENALIC

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

DA EMOÇÃO AO ENSINO APRENDIZAGEM: VIVENCIAS NO AEE (ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO) NO INTERIOR DO PIAUÍ

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Embora tenhamos muitas conquistas também temos o lado adverso de alguns feitos como, por exemplo, a inclusão excludente em nossas escolas regulares. Isso acontece não apenas por culpa de professores e gestores, mas, porque temos um sistema deficiente no cumprimento prático das políticas públicas sancionadas nas últimas décadas. Embora as crianças e adolescentes sejam atendidos na rede regular muitas parecem estar apenas frequentando minimamente. Salas superlotadas, um único professor por turma, falta de material acessível ao trabalho individual com aluno. São algumas das lacunas deixadas pela má execução das políticas inclusivas. É ofertado o acesso, mas, esquecem de ofertar um trabalho que realmente possa desenvolver as habilidades mínimas ou máximas dos alunos com deficiência. Pensando nessas questões, nosso relato compartilhará a experiência vivenciada no AEE (Atendimento Educacional Especializado) da APAE (Associação de Pais e amigos dos Excepcionais) de Piripiri - PI. Pretendemos compartilhar algumas experiências que mais despertaram nossa atenção ao trabalho no AEE. A clientela atendida pela APAE são os alunos matriculados na rede regular de ensino de Piripiri com frequência regular, um dos critérios de participação no AEE. Nosso objetivo é compartilhar experiências e apresentar o trabalho que a unidade de Piripiri oferta no setor da educação a crianças, jovens e adultos (EJA) visto que as mesmas frequentam as escolas regulares e os pais comentam a situação de exclusão que seus filhos participam. Como fundamentação teórica nos apoiaremos nos textos de Jannuzzi (2004), Santos e Aureliano (2012) e a Proposta Pedagógica da Instituição cedida pela equipe pedagógica. Santos e Aureliano discutem o contexto histórico na antiguidade enquanto Januzzi apresenta elementos que discorrem sobre a exclusão na modernidade. Nossa produção escrita será estruturado da seguinte forma: aspectos históricos entre educação e deficiência, apresentação de experiências e conclusão. O aspecto histórico expõe o quanto às injustiças prevaleciam no decorre dos tempos para com essas pessoas. Ser diferente significava que todos teriam repulsa, a vida, os sentimentos e as possíveis capacidades que esse indivíduo poderia vir a desenvolver não tinha importância, ser "normal" naquela ocasião significava ser respeitado, ter liberdade, abandonar o centro de curiosidade por ter algo diferente dos demais. A negação a oportunidade de convivência com os participantes de seu meio social, as invisibilidades que lhe era proposta constantemente os excluíam de um direito conquistado após as lutas sociais, a igualdade. Santos e Aureliano (2012) trazem contribuições sobre a vida dessas pessoas "[...] Já na Idade Média, na era pré?cristã, ou nos Anos de Inquisição Católica, membros da igreja eram incumbidos de matar pessoas que se apresentava com quaisquer deficiências [...]". Como metodologia utilizamos a observação das atividades e a evolução dos alunos ao desenvolver. O início dos trabalhos foi cercado de expectativas e ansiedades e receios. As primeiras percepções foram positivas, uma vez que a equipe de trabalho foi acolhedora e tivemos muitas orientações, a sensação que ficou foi a de ser um local familiar, sociável e com boa organização. Diante de tantas dificuldades detectadas através do contato com as crianças e adolescentes, os quais, tivemos o prazer de acolher e ensinar da melhor forma possível. Podemos citar famílias desestruturadas, os próprios familiares não sabem muito bem acolher e conviver com os filhos especiais; algumas dificuldades motoras que afetam o desenvolvimento da linguagem corporal, escrita e oral. Muitos apresentam falta de atenção e foco direcionado também tem os casos de falta de limites, algo que é parece ser resultante da deficiência e também do modo como os familiares lidam com certas situações. As contribuições desses atendimentos especializados são inúmeras. Pode ser notada em casos onde os alunos chegam a instituição com ansiedade e um nível de desconcentração elevando, algo que vai sessando com o passar do tempo através das atividades que vão sendo propostas e com muito amos e dedicação da parte do (a) professor (a). O diferencial do AEE para a escola regular está na metodologia adaptada, na atenção direcionada a situação de cada aluno, ou seja, eles são acolhidos e auxiliados da melhor forma possível algo que não acontece nas escolas de ensino regular de modo tão direcionado até mesmo, porque, um único professor não consegue atender a necessidade de uma sala lotada de alunos e ainda mais um discente que requer um pouco mais de atenção, fica uma sobrecarga para o professor. Este fator leva a ressaltar que dependendo da necessidade da pessoa com deficiência a situação pode ser mais ou menos agravante. Muito do que foi vivenciado em cada atendimento de certo modo contribuiu para o aprendizado tanto das crianças quanto para os profissionais aqui envolvidos neste relato. O aprendizado que se internalizou foi a importância do amor fraternal não esquecendo do desenvolvimento moral do ser humano, seja nos ditos normais e também nos com deficiência, pois por mais que a criança seja deficiente e necessário ela entender que vivi e convive em sociedade e que esta sociedade exige compostura moral e ao mesmo tempo em muitas situações castiga de modo desnecessário, isso não quer dizer que temos de ser rude para com essas crianças pelo contrário temos que aprender com eles e para eles de modo autentico, fiel e verdadeiro. Eles ensinam que apesar de todas as dificuldades as pessoas são capazes de se modificarem, de aprenderem, de amarem e fazerem o bem. As palavras chaves para descrever de modo a classificar em adjetivos seriam aprendizado, superação, adaptação aceitação e transformação. Palavras-chave: docência, inclusão, Proposta Pedagógica. Referências SANTOS, Maria do Socorro dos; AURELIANO, Francisca Edilma Braga Soares. Aspectos históricos e conceituais da educação inclusiva: Uma análise da perspectiva dos professores do ensino fundamental. ESPAÇO DO CURRICULO, v.4, n.2, pp.295-309, Set de 2011 a Mar de 2012. Disponível em: . Acesso em: 25maio. 2013. JANNUZZI, Gilberta S. de M. A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. Campinas, SP: Autores Associados, 2004."
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Embora tenhamos muitas conquistas também temos o lado adverso de alguns feitos como, por exemplo, a inclusão excludente em nossas escolas regulares. Isso acontece não apenas por culpa de professores e gestores, mas, porque temos um sistema deficiente no cumprimento prático das políticas públicas sancionadas nas últimas décadas. Embora as crianças e adolescentes sejam atendidos na rede regular muitas parecem estar apenas frequentando minimamente. Salas superlotadas, um único professor por turma, falta de material acessível ao trabalho individual com aluno. São algumas das lacunas deixadas pela má execução das políticas inclusivas. É ofertado o acesso, mas, esquecem de ofertar um trabalho que realmente possa desenvolver as habilidades mínimas ou máximas dos alunos com deficiência. Pensando nessas questões, nosso relato compartilhará a experiência vivenciada no AEE (Atendimento Educacional Especializado) da APAE (Associação de Pais e amigos dos Excepcionais) de Piripiri - PI. 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O diferencial do AEE para a escola regular está na metodologia adaptada, na atenção direcionada a situação de cada aluno, ou seja, eles são acolhidos e auxiliados da melhor forma possível algo que não acontece nas escolas de ensino regular de modo tão direcionado até mesmo, porque, um único professor não consegue atender a necessidade de uma sala lotada de alunos e ainda mais um discente que requer um pouco mais de atenção, fica uma sobrecarga para o professor. Este fator leva a ressaltar que dependendo da necessidade da pessoa com deficiência a situação pode ser mais ou menos agravante. Muito do que foi vivenciado em cada atendimento de certo modo contribuiu para o aprendizado tanto das crianças quanto para os profissionais aqui envolvidos neste relato. O aprendizado que se internalizou foi a importância do amor fraternal não esquecendo do desenvolvimento moral do ser humano, seja nos ditos normais e também nos com deficiência, pois por mais que a criança seja deficiente e necessário ela entender que vivi e convive em sociedade e que esta sociedade exige compostura moral e ao mesmo tempo em muitas situações castiga de modo desnecessário, isso não quer dizer que temos de ser rude para com essas crianças pelo contrário temos que aprender com eles e para eles de modo autentico, fiel e verdadeiro. Eles ensinam que apesar de todas as dificuldades as pessoas são capazes de se modificarem, de aprenderem, de amarem e fazerem o bem. As palavras chaves para descrever de modo a classificar em adjetivos seriam aprendizado, superação, adaptação aceitação e transformação. Palavras-chave: docência, inclusão, Proposta Pedagógica. Referências SANTOS, Maria do Socorro dos; AURELIANO, Francisca Edilma Braga Soares. 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Publicado em 03 de dezembro de 2018

Resumo

DA EMOÇÃO AO ENSINO APRENDIZAGEM: VIVENCIAS NO AEE (ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO) NO INTERIOR DO PIAUÍ Maria José de Oliveira/maria32olivr@gmail.com/Universidade Estadual do Piauí (UESPI) Irineuda do Nascimento Silva/Universidade Estadual do Piauí (UESPI) 1 Processos de Ensino e aprendizagem - com ênfase na inovação tecnológica, metodológica e práticas docentes. Resumo A escrita de nosso trabalho representa nossa percepção acerca de algumas atividades desenvolvidas, bem como apresentar nossas observações e práticas de atividades utilizadas com os alunos da APAE de Piripiri/PI juntamente com a proposta educativa da instituição. Diante das adversidades da modernidade vemos que muitos avanços relacionados as questões de inclusão e acesso à educação de pessoas com deficiência puderam ser conquistados por meio de muitas lutas e exigências de parte de uma sociedade que viu os direitos dos humanos serem desrespeitados. Embora tenhamos muitas conquistas também temos o lado adverso de alguns feitos como, por exemplo, a inclusão excludente em nossas escolas regulares. Isso acontece não apenas por culpa de professores e gestores, mas, porque temos um sistema deficiente no cumprimento prático das políticas públicas sancionadas nas últimas décadas. Embora as crianças e adolescentes sejam atendidos na rede regular muitas parecem estar apenas frequentando minimamente. Salas superlotadas, um único professor por turma, falta de material acessível ao trabalho individual com aluno. São algumas das lacunas deixadas pela má execução das políticas inclusivas. É ofertado o acesso, mas, esquecem de ofertar um trabalho que realmente possa desenvolver as habilidades mínimas ou máximas dos alunos com deficiência. Pensando nessas questões, nosso relato compartilhará a experiência vivenciada no AEE (Atendimento Educacional Especializado) da APAE (Associação de Pais e amigos dos Excepcionais) de Piripiri - PI. Pretendemos compartilhar algumas experiências que mais despertaram nossa atenção ao trabalho no AEE. A clientela atendida pela APAE são os alunos matriculados na rede regular de ensino de Piripiri com frequência regular, um dos critérios de participação no AEE. Nosso objetivo é compartilhar experiências e apresentar o trabalho que a unidade de Piripiri oferta no setor da educação a crianças, jovens e adultos (EJA) visto que as mesmas frequentam as escolas regulares e os pais comentam a situação de exclusão que seus filhos participam. Como fundamentação teórica nos apoiaremos nos textos de Jannuzzi (2004), Santos e Aureliano (2012) e a Proposta Pedagógica da Instituição cedida pela equipe pedagógica. Santos e Aureliano discutem o contexto histórico na antiguidade enquanto Januzzi apresenta elementos que discorrem sobre a exclusão na modernidade. Nossa produção escrita será estruturado da seguinte forma: aspectos históricos entre educação e deficiência, apresentação de experiências e conclusão. O aspecto histórico expõe o quanto às injustiças prevaleciam no decorre dos tempos para com essas pessoas. Ser diferente significava que todos teriam repulsa, a vida, os sentimentos e as possíveis capacidades que esse indivíduo poderia vir a desenvolver não tinha importância, ser "normal" naquela ocasião significava ser respeitado, ter liberdade, abandonar o centro de curiosidade por ter algo diferente dos demais. A negação a oportunidade de convivência com os participantes de seu meio social, as invisibilidades que lhe era proposta constantemente os excluíam de um direito conquistado após as lutas sociais, a igualdade. Santos e Aureliano (2012) trazem contribuições sobre a vida dessas pessoas "[...] Já na Idade Média, na era pré?cristã, ou nos Anos de Inquisição Católica, membros da igreja eram incumbidos de matar pessoas que se apresentava com quaisquer deficiências [...]". Como metodologia utilizamos a observação das atividades e a evolução dos alunos ao desenvolver. O início dos trabalhos foi cercado de expectativas e ansiedades e receios. As primeiras percepções foram positivas, uma vez que a equipe de trabalho foi acolhedora e tivemos muitas orientações, a sensação que ficou foi a de ser um local familiar, sociável e com boa organização. Diante de tantas dificuldades detectadas através do contato com as crianças e adolescentes, os quais, tivemos o prazer de acolher e ensinar da melhor forma possível. 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