Artigo Anais CONADIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-186X

CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DO LEITE DE DIFERENTES RAÇAS CAPRINAS DO CARIRI PARAIBANO

Palavra-chaves: CAPRINOCULTURA, QUALIDADE NUTRICIONAL, SEMIÁRIDO Comunicação Oral (CO) AT 12 - Saúde: ciência e saberes no semiárido
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      INTRODUÇÃO\r\n
      A região Nordeste ocupa lugar de destaque na exploração de caprinos correspondendo 93,2% do rebanho nacional e apresenta-se como atividade promissora, sendo a maioria dos rebanhos localizados principalmente em zonas semiáridas (IBGE, 2017). O leite de cabra vem tomando lugar de destaque por possuir características importantes do ponto de vista nutricional, sendo uma referência na recomendação de consumo na alimentação humana e por isso, vem ganhado espaço no mercado consumidor.\r\n
      O leite caprino apresenta-se ainda como uma nova fonte de geração de alimentos e renda essencialmente para produtores rurais. Os parâmetros físico-químicos tem sido um dos principais fatores que promove a aceitação desse leite.\r\n
      OBJETIVOS\r\n
      Considerando a importância do leite de cabra, bem como a necessidade de informações sobre sua adequação à legislação, objetivou-se caracterizar quanto aos parâmetros físico-químicos o leite de diferentes raças caprinas do Cariri paraibano.\r\n
      METODOLOGIA\r\n
      Foram adquiridas em fazendas localizadas no Cariri da Paraíba, cinco amostras de leite de diferentes raças caprinas, sendo essas, Parda Sertaneja, Moxotó, Murciana, Alpina Francesa e Saanen. Após a coleta, as amostras foram acondicionadas em caixas térmicas contendo gelo e transportadas imediatamente para o Laboratório de Tecnologia de Grãos e Cereais da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Pombal-PB. Os leites de diferentes tipos de raças caprinas foram analisados físico-quimicamente quanto aos parâmetros de gordura (%), extrato seco total (%), extrato seco desengordurado (%), cinzas (%), pH e acidez titulável (ºD).\r\n
      RESULTADO E DISCUSSÃO\r\n
      Observou-se que todas as raças apresentaram pH entre 6,3 e 6,6 com valor médio de 6,5. Segundo a Instrução Normativa nº 37 (Brasil, 2000) é preconizado para acidez de leite, valores entre 13 e 18 ºD, no presente estudo apenas o leite da raça Saanen obteve um valor superior ao padrão (20 ºD), as demais raças atingiram resultados dentro da faixa permitida. O teor de gordura das diferentes raças variou entre 3,3 a 4,3%, com valor médio de 3,7%. Quanto aos valores de cinzas, que corresponde ao conteúdo mineral do leite, todas as raças apresentaram valores superiores à quantidade mínima permitida (0,70%) pelo padrão (BRASIL, 2000) com valores entre 0,73 e 0,87%. As análises de extrato seco total apresentaram variação de 9,77 a 12,77% (valor médio de 11,00%). O extrato seco desengordurado variou de 6,06 a 8,37%, com valor médio de 7,07%, porém o padrão mínimo permitido é de 8,20%.\r\n
      CONSIDERAÇÕES FINAIS\r\n
      Diante do exposto, infere-se que os leites de diferentes raças caprinas do Cariri paraibano, apresentaram diferenças frente às análises físico-químicas, contudo ainda podem ser considerados uma boa opção de consumo, uma vez que foi exposto valores condizentes com o permitido pela legislação vigente na maioria dos parâmetros físico-químicos analisados.
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      O leite caprino apresenta-se ainda como uma nova fonte de geração de alimentos e renda essencialmente para produtores rurais. Os parâmetros físico-químicos tem sido um dos principais fatores que promove a aceitação desse leite.\r\n
      OBJETIVOS\r\n
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      RESULTADO E DISCUSSÃO\r\n
      Observou-se que todas as raças apresentaram pH entre 6,3 e 6,6 com valor médio de 6,5. Segundo a Instrução Normativa nº 37 (Brasil, 2000) é preconizado para acidez de leite, valores entre 13 e 18 ºD, no presente estudo apenas o leite da raça Saanen obteve um valor superior ao padrão (20 ºD), as demais raças atingiram resultados dentro da faixa permitida. O teor de gordura das diferentes raças variou entre 3,3 a 4,3%, com valor médio de 3,7%. Quanto aos valores de cinzas, que corresponde ao conteúdo mineral do leite, todas as raças apresentaram valores superiores à quantidade mínima permitida (0,70%) pelo padrão (BRASIL, 2000) com valores entre 0,73 e 0,87%. As análises de extrato seco total apresentaram variação de 9,77 a 12,77% (valor médio de 11,00%). O extrato seco desengordurado variou de 6,06 a 8,37%, com valor médio de 7,07%, porém o padrão mínimo permitido é de 8,20%.\r\n
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Publicado em 07 de dezembro de 2018

Resumo

INTRODUÇÃO A região Nordeste ocupa lugar de destaque na exploração de caprinos correspondendo 93,2% do rebanho nacional e apresenta-se como atividade promissora, sendo a maioria dos rebanhos localizados principalmente em zonas semiáridas (IBGE, 2017). O leite de cabra vem tomando lugar de destaque por possuir características importantes do ponto de vista nutricional, sendo uma referência na recomendação de consumo na alimentação humana e por isso, vem ganhado espaço no mercado consumidor. O leite caprino apresenta-se ainda como uma nova fonte de geração de alimentos e renda essencialmente para produtores rurais. Os parâmetros físico-químicos tem sido um dos principais fatores que promove a aceitação desse leite. OBJETIVOS Considerando a importância do leite de cabra, bem como a necessidade de informações sobre sua adequação à legislação, objetivou-se caracterizar quanto aos parâmetros físico-químicos o leite de diferentes raças caprinas do Cariri paraibano. METODOLOGIA Foram adquiridas em fazendas localizadas no Cariri da Paraíba, cinco amostras de leite de diferentes raças caprinas, sendo essas, Parda Sertaneja, Moxotó, Murciana, Alpina Francesa e Saanen. Após a coleta, as amostras foram acondicionadas em caixas térmicas contendo gelo e transportadas imediatamente para o Laboratório de Tecnologia de Grãos e Cereais da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Pombal-PB. Os leites de diferentes tipos de raças caprinas foram analisados físico-quimicamente quanto aos parâmetros de gordura (%), extrato seco total (%), extrato seco desengordurado (%), cinzas (%), pH e acidez titulável (ºD). RESULTADO E DISCUSSÃO Observou-se que todas as raças apresentaram pH entre 6,3 e 6,6 com valor médio de 6,5. Segundo a Instrução Normativa nº 37 (Brasil, 2000) é preconizado para acidez de leite, valores entre 13 e 18 ºD, no presente estudo apenas o leite da raça Saanen obteve um valor superior ao padrão (20 ºD), as demais raças atingiram resultados dentro da faixa permitida. O teor de gordura das diferentes raças variou entre 3,3 a 4,3%, com valor médio de 3,7%. Quanto aos valores de cinzas, que corresponde ao conteúdo mineral do leite, todas as raças apresentaram valores superiores à quantidade mínima permitida (0,70%) pelo padrão (BRASIL, 2000) com valores entre 0,73 e 0,87%. As análises de extrato seco total apresentaram variação de 9,77 a 12,77% (valor médio de 11,00%). O extrato seco desengordurado variou de 6,06 a 8,37%, com valor médio de 7,07%, porém o padrão mínimo permitido é de 8,20%. CONSIDERAÇÕES FINAIS Diante do exposto, infere-se que os leites de diferentes raças caprinas do Cariri paraibano, apresentaram diferenças frente às análises físico-químicas, contudo ainda podem ser considerados uma boa opção de consumo, uma vez que foi exposto valores condizentes com o permitido pela legislação vigente na maioria dos parâmetros físico-químicos analisados.

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