Artigo Anais do V ENLIC SUL

ANAIS de Evento

ISBN: 978-65-5222-092-9

ARQUIVOS, MUSEUS E SEUS ACERVOS NA PRÁTICA DO ENSINO DE HISTÓRIA

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Publicado em 12 de maio de 2026

Resumo

Este trabalho visa abordar a pertinência do uso de museus, arquivos e seus múltiplos acervos para a pesquisa e ensino de História. Tenhamos no horizonte de nossa atuação enquanto pesquisadores e docentes salientando que o ensino de História é imprescindível para a compreensão dos processos socioculturais, políticos e econômicos históricos, assim como para a sua articulação com o atual contexto. Nesse sentido, o ensino de História possui papel relevante na superação da exclusão social, na construção da cidadania e na emancipação social e política dos sujeitos históricos (Fonseca, 2003, p.52). Assim, a utilização de espaços de memória (Nora, 1993), como museus e arquivos se tornam de grande importância, por serem locais não apenas de salvaguarda de objetos diversos, mas também de construção de narrativas, a partir das fontes históricas ali presentes e de seus usos expositivos e discursivos. Fontes históricas são produtos originários da capacidade cultural humana de constituir artefatos que demarcam sua atuação em determinado Compartilhamos da avaliação de André Chervel (1990), quando este afirma que a escola também é responsável pela produção de conhecimentos históricos, nem superiores e tampouco inferiores aos conhecimentos elaborados no espaço acadêmico, mas apenas diferente destes. Por outro lado, essas reflexões, diálogos e proposições não tem por objetivo fazer com que, nos Ensinos Fundamental e Médio, os alunos sejam metamorfoseados em historiadores, mas fomentar, acima de tudo, a capacidade analítica, crítica e consciente de seu papel enquanto sujeitos ativos no meio social ao qual estão inseridos. Nos apropriando das enunciações de Jörn Rüsen (2007, p. 133), o ensino de História, na Educação Básica, deve ser um caminho que “permita ao indivíduo a indagação sobre o passado de forma que a resposta lhe faça algum sentido no presente e que de alguma maneira esse sujeito encontre uma orientação histórica para a sua vida cotidiana”.

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