O presente trabalho relata experiência de ensino em Arte com uma turma do sétimo ano do Ensino Fundamental em escola estadual de Porto Alegre, por meio do PIBID. O relato diz respeito a plano de aula aplicado sobre a temática de representações racistas de pessoas negras e indígenas na cultura visual, assim como a potência de movimentos artísticos contemporâneos de autoria negra e indígena na ressignificação de suas identidades. Os principais referenciais teórico-metodológicos da pesquisa são Paulo Freire (1996) e Alessandra Paiva (2022). Enquanto resultado, revela-se pertinente a abordagem do racismo estrutural no ensino básico a partir de uma perspectiva decolonial para compreensão coletiva dos processos históricos de discriminação e suas resistências contemporâneas, assim como a importância da arte dissidente na transformação social.