Artigo Anais III CIEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-0854

MORTALIDADE EM IDOSOS POR DOENÇAS E AGRAVOS NÃO-TRANSMISSÍVEIS (DANTS) NO BRASIL: UMA ANÁLISE TEMPORAL

Palavra-chaves: MORTALIDADE, IDOSOS, SERVIÇOS DE SAÚDE PARA IDOSOS Tema Livre (TL) Políticas publicas e envelhecimento
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Publicado em 15 de junho de 2013

Resumo

O perfil das causas de mortalidade alterou-se no Brasil nas últimas décadas. As causas relacionadas às doenças infecciosas e parasitárias, à desnutrição e aos problemas relacionados à saúde reprodutiva que, historicamente, afetavam a mortalidade perderam importância Concomitantemente, as Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANTS) ganharam importância. O aumento da população idosa em decorrência do declínio nas taxas de fecundidade registrado a partir da década de 1960, e o aumento da esperança de vida, também tiveram reflexos sobre o perfil das causas de morte. O presente estudo tem o objetivo de comparar a Mortalidade Proporcional por Idade (faixas etárias) nas principais DANTS e Causas Mal Definidas nos quinquênios de 1996 a 2000 e 2006 a 2010, dos idosos residentes no Brasil. Trata-se de um estudo ecológico a partir da utilização de dados secundários do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esses tabulados nos softwares TABWIN e Excel. Na análise dos dados verificou-se nos dois períodos que proporcionalmente a faixa etária dos longevos (80 anos ou mais) é majoritária na maior parte das causas estudadas, com destaque nas doenças do aparelho respiratório (1º quinquênio- 42.07% e 2º quinquênio- 49,91%) e causas mal definidas (1º quinquênio- 44,63% e 2º quinquênio- 48,34%), no segundo quinquênio também se destaca as doenças do aparelho circulatório (41,12%). Porém as mortalidades por causas externas e neoplasias têm sua proporcionalidade distribuída de forma equilibrada entre as faixas etárias de interesse, com um acréscimo a ser considerado nas causas externas em relação à faixa etária dos longevos, indo de 24,48 % dos óbitos no primeiro quinquênio estudado para 32,54 % no segundo. Nessa perspectiva é necessário atentar para um fenômeno de polarização nas faixas etárias mais longevas dessas doenças e agravos de interesse. Os serviços de saúde devem se preparar não apenas para um aumento de demanda por parte da população idosa, mas advinda da sua maior sobrevida, deve emergir um padrão diferenciado de morbimortalidade.

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