Artigo Anais I CONBRACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2525-6696

PRÁTICAS PREVENTIVAS E PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE AO HIV/AIDS DE ADULTOS JOVENS EM RELACIONAMENTO AFETIVO

Palavra-chaves: ADULTO JOVEM, PREVENÇÃO, RELACIONAMENTO AFETIVO, PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE, PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE Comunicação Oral (CO) AT-07: SAÚDE COLETIVA
"2016-06-15 00:00:00"
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1639
  +table: "artigo"
  +timestamps: false
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #connection: "mysql"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 19408
    "edicao_id" => 43
    "trabalho_id" => 483
    "inscrito_id" => 1707
    "titulo" => "PRÁTICAS PREVENTIVAS E PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE AO HIV/AIDS DE ADULTOS JOVENS EM RELACIONAMENTO AFETIVO"
    "resumo" => "As crenças em torno do relacionar-se afetivo-sexualmente, guiadas pelos ideais do amor romântico, têm implicações negativas na vulnerabilidade ao HIV. Objetivou-se investigar as práticas preventivas e a percepção de vulnerabilidade ao HIV de adultos jovens em relacionamento afetivo. Participaram 400 adultos jovens entre 20 e 29 anos, sendo 200 de cada sexo. O instrumento utilizado tratou-se de um questionário semi-estruturado com questões objetivas e subjetivas versando sobre práticas preventivas e percepção de vulnerabilidade ao HIV. As respostas foram analisadas através de estatísticas descritivas, inferenciais e análise de conteúdo. Resultados e Discussão: Quanto às práticas preventivas, a maioria dos participantes (62%) alegou não ter feito uso do preservativo na última relação sexual com o seu parceiro(a) afetivo, 32% alegou usar o preservativo apenas às vezes e 29% disseram ter usado apenas no início do relacionamento afetivo. No que se refere à autopercepção de vulnerabilidade, a maioria (45%) assinalou não possuir nenhum risco de contrair o vírus HIV, demonstrando percepção de invulnerabilidade frente ao vírus. As mulheres se perceberam como mais vulneráveis ao HIV do que os homens. Entretanto, em relação aos amigos, apenas 10% disseram que estes não possuíam nenhuma chance de contrair HIV, denotando a transferência do risco ao outro, ou seja, a percepção de vulnerabilidade ao HIV dos amigos maior do que a autopercepção. Conclusões: Alicerçados no ideal do amor romântico, na confiança e na percepção de invulnerabilidade, verifica-se a não aceitação do uso do preservativo dentro do relacionamento afetivo, o que leva a situações mais acentuadas de vulnerabilidade ao HIV/Aids."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "AT-07: SAÚDE COLETIVA"
    "palavra_chave" => "ADULTO JOVEM, PREVENÇÃO, RELACIONAMENTO AFETIVO, PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE, PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV055_MD1_SA7_ID1707_25052016125454.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:05"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:28:11"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ELÍS AMANDA ATANÁZIO SILVA"
    "autor_nome_curto" => "ELÍS AMANDA"
    "autor_email" => "elispsicologiaufpb@yahoo."
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-i-conbracis"
    "edicao_nome" => "Anais I CONBRACIS"
    "edicao_evento" => "Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/conbracis/2016"
    "edicao_logo" => "5e4a005a0a41f_16022020235418.jpg"
    "edicao_capa" => "5f1844e6a6a1a_22072020105342.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-06-15 00:00:00"
    "publicacao_id" => 29
    "publicacao_nome" => "Anais Conbracis"
    "publicacao_codigo" => "2525-6696"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 19408
    "edicao_id" => 43
    "trabalho_id" => 483
    "inscrito_id" => 1707
    "titulo" => "PRÁTICAS PREVENTIVAS E PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE AO HIV/AIDS DE ADULTOS JOVENS EM RELACIONAMENTO AFETIVO"
    "resumo" => "As crenças em torno do relacionar-se afetivo-sexualmente, guiadas pelos ideais do amor romântico, têm implicações negativas na vulnerabilidade ao HIV. Objetivou-se investigar as práticas preventivas e a percepção de vulnerabilidade ao HIV de adultos jovens em relacionamento afetivo. Participaram 400 adultos jovens entre 20 e 29 anos, sendo 200 de cada sexo. O instrumento utilizado tratou-se de um questionário semi-estruturado com questões objetivas e subjetivas versando sobre práticas preventivas e percepção de vulnerabilidade ao HIV. As respostas foram analisadas através de estatísticas descritivas, inferenciais e análise de conteúdo. Resultados e Discussão: Quanto às práticas preventivas, a maioria dos participantes (62%) alegou não ter feito uso do preservativo na última relação sexual com o seu parceiro(a) afetivo, 32% alegou usar o preservativo apenas às vezes e 29% disseram ter usado apenas no início do relacionamento afetivo. No que se refere à autopercepção de vulnerabilidade, a maioria (45%) assinalou não possuir nenhum risco de contrair o vírus HIV, demonstrando percepção de invulnerabilidade frente ao vírus. As mulheres se perceberam como mais vulneráveis ao HIV do que os homens. Entretanto, em relação aos amigos, apenas 10% disseram que estes não possuíam nenhuma chance de contrair HIV, denotando a transferência do risco ao outro, ou seja, a percepção de vulnerabilidade ao HIV dos amigos maior do que a autopercepção. Conclusões: Alicerçados no ideal do amor romântico, na confiança e na percepção de invulnerabilidade, verifica-se a não aceitação do uso do preservativo dentro do relacionamento afetivo, o que leva a situações mais acentuadas de vulnerabilidade ao HIV/Aids."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "AT-07: SAÚDE COLETIVA"
    "palavra_chave" => "ADULTO JOVEM, PREVENÇÃO, RELACIONAMENTO AFETIVO, PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE, PERCEPÇÃO DE VULNERABILIDADE"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV055_MD1_SA7_ID1707_25052016125454.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:05"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:28:11"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ELÍS AMANDA ATANÁZIO SILVA"
    "autor_nome_curto" => "ELÍS AMANDA"
    "autor_email" => "elispsicologiaufpb@yahoo."
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-i-conbracis"
    "edicao_nome" => "Anais I CONBRACIS"
    "edicao_evento" => "Congresso Brasileiro de Ciências da Saúde"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/conbracis/2016"
    "edicao_logo" => "5e4a005a0a41f_16022020235418.jpg"
    "edicao_capa" => "5f1844e6a6a1a_22072020105342.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-06-15 00:00:00"
    "publicacao_id" => 29
    "publicacao_nome" => "Anais Conbracis"
    "publicacao_codigo" => "2525-6696"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #classCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  #hidden: []
  #visible: []
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 15 de junho de 2016

Resumo

As crenças em torno do relacionar-se afetivo-sexualmente, guiadas pelos ideais do amor romântico, têm implicações negativas na vulnerabilidade ao HIV. Objetivou-se investigar as práticas preventivas e a percepção de vulnerabilidade ao HIV de adultos jovens em relacionamento afetivo. Participaram 400 adultos jovens entre 20 e 29 anos, sendo 200 de cada sexo. O instrumento utilizado tratou-se de um questionário semi-estruturado com questões objetivas e subjetivas versando sobre práticas preventivas e percepção de vulnerabilidade ao HIV. As respostas foram analisadas através de estatísticas descritivas, inferenciais e análise de conteúdo. Resultados e Discussão: Quanto às práticas preventivas, a maioria dos participantes (62%) alegou não ter feito uso do preservativo na última relação sexual com o seu parceiro(a) afetivo, 32% alegou usar o preservativo apenas às vezes e 29% disseram ter usado apenas no início do relacionamento afetivo. No que se refere à autopercepção de vulnerabilidade, a maioria (45%) assinalou não possuir nenhum risco de contrair o vírus HIV, demonstrando percepção de invulnerabilidade frente ao vírus. As mulheres se perceberam como mais vulneráveis ao HIV do que os homens. Entretanto, em relação aos amigos, apenas 10% disseram que estes não possuíam nenhuma chance de contrair HIV, denotando a transferência do risco ao outro, ou seja, a percepção de vulnerabilidade ao HIV dos amigos maior do que a autopercepção. Conclusões: Alicerçados no ideal do amor romântico, na confiança e na percepção de invulnerabilidade, verifica-se a não aceitação do uso do preservativo dentro do relacionamento afetivo, o que leva a situações mais acentuadas de vulnerabilidade ao HIV/Aids.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.