Artigo Anais I CONAPESC

ANAIS de Evento

ISSN: 2525-6696

OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA DA FARINHA DE ALGAROBA (PROSOPIS JULIFLORA)

Palavra-chaves: ALGAROBA, LEGUMINOSA, SUBPRODUTO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA, COMPOSIÇÃO QUÍMICA Pôster (PO) Engenharia em Biotecnologia e Bioquímica
"2016-06-01 00:00:00"
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1639
  +table: "artigo"
  +timestamps: false
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #connection: "mysql"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 18135
    "edicao_id" => 41
    "trabalho_id" => 476
    "inscrito_id" => 1080
    "titulo" => "OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA DA FARINHA DE ALGAROBA (PROSOPIS JULIFLORA)"
    "resumo" => "Algarobeira (Prosopis juliflora) é uma leguminosa, não oleaginosa arbórea tropical comum no semiárido brasileiro e desenvolve-se em lugares secos, cujo fruto é uma vagem denominada algaroba. As vagens possuem excelente palatabilidade, alto valor energético e são ricas em carboidratos e proteína. Este trabalho teve por objetivo a obtenção e a caracterização química da farinha de algaroba em forno de micro-ondas (FMO), visando estabelecer suas potencialidades como matéria-prima para possível armazenamento da mesma e/ou futura utilização na produção de rações animais e produtos alimentícios. A farinha de algaroba foi obtida por secagem de 30 g de amostras em FMO, com rampa de aquecimento constituída de cinco ciclos de 2 minutos e um ciclo de 1 minuto, totalizando um tempo de 11 minutos na potência de 40%. As vagens de algaroba in natura e a farinha obtida foram submetidas à caracterização química, em triplicata, nos seguintes parâmetros: acidez total titulável (ATT), potencial hidrogeniônico (pH), sólidos solúveis totais (SST), teor de água (TA), resíduo mineral fixo (RMF) e proteína bruta (PB). Os resultados destas análises indicaram teores de TA (15,25 e 8,74%), RMF (3,27, 3,34 %), SST (5,95, 8,06 ºBrix) e PB (6,78 e 8,39%) para vagem de algaroba in natura e farinha de algaroba, respectivamente, destacando, assim, o alto teor de minerais, açucares e de proteínas, que promovem melhor conteúdo nutricional ao alimento. Dessa forma a farinha de algaroba obtida apresentou-se dentro dos padrões constantes na legislação brasileira. Os resultados obtidos neste trabalho permitem concluir que é possível a obtenção da farinha de algaroba obtida em FMO uma vez que a mesma apresenta em sua composição baixo teor de água, uma elevada concentração de açúcares, além de outros nutrientes importantes para o desenvolvimento humano e animal, como seu conteúdo proteico e de minerais."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "Engenharia em Biotecnologia e Bioquímica"
    "palavra_chave" => "ALGAROBA, LEGUMINOSA, SUBPRODUTO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA, COMPOSIÇÃO QUÍMICA"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV058_MD4_SA81_ID1080_17052016131201.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:03"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:20:00"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "JACIARA DANTAS COSTA"
    "autor_nome_curto" => "JACIARA COSTA"
    "autor_email" => "dantasjaciara@gmail.com"
    "autor_ies" => "UFCG"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-i-conapesc"
    "edicao_nome" => "Anais I CONAPESC"
    "edicao_evento" => "Congresso Nacional de Pesquisa e Ensino em Ciências"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/conapesc/2016"
    "edicao_logo" => "5e49fdc4b2730_16022020234316.jpg"
    "edicao_capa" => "5f1841adc3860_22072020103957.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-06-01 00:00:00"
    "publicacao_id" => 28
    "publicacao_nome" => "Anais do Conapesc"
    "publicacao_codigo" => "2525-6696"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 18135
    "edicao_id" => 41
    "trabalho_id" => 476
    "inscrito_id" => 1080
    "titulo" => "OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA DA FARINHA DE ALGAROBA (PROSOPIS JULIFLORA)"
    "resumo" => "Algarobeira (Prosopis juliflora) é uma leguminosa, não oleaginosa arbórea tropical comum no semiárido brasileiro e desenvolve-se em lugares secos, cujo fruto é uma vagem denominada algaroba. As vagens possuem excelente palatabilidade, alto valor energético e são ricas em carboidratos e proteína. Este trabalho teve por objetivo a obtenção e a caracterização química da farinha de algaroba em forno de micro-ondas (FMO), visando estabelecer suas potencialidades como matéria-prima para possível armazenamento da mesma e/ou futura utilização na produção de rações animais e produtos alimentícios. A farinha de algaroba foi obtida por secagem de 30 g de amostras em FMO, com rampa de aquecimento constituída de cinco ciclos de 2 minutos e um ciclo de 1 minuto, totalizando um tempo de 11 minutos na potência de 40%. As vagens de algaroba in natura e a farinha obtida foram submetidas à caracterização química, em triplicata, nos seguintes parâmetros: acidez total titulável (ATT), potencial hidrogeniônico (pH), sólidos solúveis totais (SST), teor de água (TA), resíduo mineral fixo (RMF) e proteína bruta (PB). Os resultados destas análises indicaram teores de TA (15,25 e 8,74%), RMF (3,27, 3,34 %), SST (5,95, 8,06 ºBrix) e PB (6,78 e 8,39%) para vagem de algaroba in natura e farinha de algaroba, respectivamente, destacando, assim, o alto teor de minerais, açucares e de proteínas, que promovem melhor conteúdo nutricional ao alimento. Dessa forma a farinha de algaroba obtida apresentou-se dentro dos padrões constantes na legislação brasileira. Os resultados obtidos neste trabalho permitem concluir que é possível a obtenção da farinha de algaroba obtida em FMO uma vez que a mesma apresenta em sua composição baixo teor de água, uma elevada concentração de açúcares, além de outros nutrientes importantes para o desenvolvimento humano e animal, como seu conteúdo proteico e de minerais."
    "modalidade" => "Pôster (PO)"
    "area_tematica" => "Engenharia em Biotecnologia e Bioquímica"
    "palavra_chave" => "ALGAROBA, LEGUMINOSA, SUBPRODUTO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA, COMPOSIÇÃO QUÍMICA"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV058_MD4_SA81_ID1080_17052016131201.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:03"
    "updated_at" => "2020-06-09 19:20:00"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "JACIARA DANTAS COSTA"
    "autor_nome_curto" => "JACIARA COSTA"
    "autor_email" => "dantasjaciara@gmail.com"
    "autor_ies" => "UFCG"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-i-conapesc"
    "edicao_nome" => "Anais I CONAPESC"
    "edicao_evento" => "Congresso Nacional de Pesquisa e Ensino em Ciências"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/conapesc/2016"
    "edicao_logo" => "5e49fdc4b2730_16022020234316.jpg"
    "edicao_capa" => "5f1841adc3860_22072020103957.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-06-01 00:00:00"
    "publicacao_id" => 28
    "publicacao_nome" => "Anais do Conapesc"
    "publicacao_codigo" => "2525-6696"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #classCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  #hidden: []
  #visible: []
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 01 de junho de 2016

Resumo

Algarobeira (Prosopis juliflora) é uma leguminosa, não oleaginosa arbórea tropical comum no semiárido brasileiro e desenvolve-se em lugares secos, cujo fruto é uma vagem denominada algaroba. As vagens possuem excelente palatabilidade, alto valor energético e são ricas em carboidratos e proteína. Este trabalho teve por objetivo a obtenção e a caracterização química da farinha de algaroba em forno de micro-ondas (FMO), visando estabelecer suas potencialidades como matéria-prima para possível armazenamento da mesma e/ou futura utilização na produção de rações animais e produtos alimentícios. A farinha de algaroba foi obtida por secagem de 30 g de amostras em FMO, com rampa de aquecimento constituída de cinco ciclos de 2 minutos e um ciclo de 1 minuto, totalizando um tempo de 11 minutos na potência de 40%. As vagens de algaroba in natura e a farinha obtida foram submetidas à caracterização química, em triplicata, nos seguintes parâmetros: acidez total titulável (ATT), potencial hidrogeniônico (pH), sólidos solúveis totais (SST), teor de água (TA), resíduo mineral fixo (RMF) e proteína bruta (PB). Os resultados destas análises indicaram teores de TA (15,25 e 8,74%), RMF (3,27, 3,34 %), SST (5,95, 8,06 ºBrix) e PB (6,78 e 8,39%) para vagem de algaroba in natura e farinha de algaroba, respectivamente, destacando, assim, o alto teor de minerais, açucares e de proteínas, que promovem melhor conteúdo nutricional ao alimento. Dessa forma a farinha de algaroba obtida apresentou-se dentro dos padrões constantes na legislação brasileira. Os resultados obtidos neste trabalho permitem concluir que é possível a obtenção da farinha de algaroba obtida em FMO uma vez que a mesma apresenta em sua composição baixo teor de água, uma elevada concentração de açúcares, além de outros nutrientes importantes para o desenvolvimento humano e animal, como seu conteúdo proteico e de minerais.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.