Artigo Anais CONADIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-186X

PROJETO PROSPERA CAATINGA: II. O RECAATINGAMENTO

Palavra-chaves: DESERTIFICAÇÃO, TERRITÓRIO DE IDENTIDADE DE IRECÊ, EDUCAÇÃO AMBIENTAL, COMUNIDADE ESCOLAR Pôster (PO) AT 09 - Educação e comunicação no Semiárido
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      RESUMO\r\n
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      O Território de Identidade de Irecê (TII) localiza-se no sertão da Bahia, no Centro Oeste Baiano, sendo constituído por 20 municípios e sua população é estimada em 400.063 habitantes. O TII ficou conhecido pela sua potencialidade nas produções agrícolas de mamona, milho e feijão décadas atrás e até então temos “a própria Irecê reconhecida como a capital do feijão”. O território está localizado na região semiárida do Nordeste e sempre teve problemas com a seca, por outro lado, o subsolo sempre foi rico em águas subterrâneas, mas há alguns anos a situação vem se agravando com a retirada das águas por meio dos poços artesianos para uso na agricultura. Nesse sentido, o processo de desertificação tem se acentuado em diferentes partes do território e, por isso a importância de projetos que tragam essa questão à tona e evidencie uma possível solução com a realização de campanhas nas escolas, associações e comunidades para apresentar os problemas da desertificação e as possíveis soluções. O projeto “Próspera Caatinga” tem como objetivo apresentar a toda comunidade acadêmica e territorial os impactos causados pala desertificação no TII (um dos focos de desertificação na Bahia), suas causas e possíveis soluções. Por meio de palestras e atividades voltadas ao desenvolvimento da Educação Ambiental, estaremos buscando despertar a sensibilidade e o senso crítico da população para refletir sobre o assunto. Durante as visitas aos municípios que compõem o território, será ministrada uma oficina aberta à comunidade em uma escola estadual onde serão distribuídas mudas de plantas nativas da Caatinga e plantas “urbanas” para sombra e frutíferas para começar o processo de arborização das cidades e campo, neste último buscando-se o recaatingamento. Para alcançarmos essa finalidade, iniciaremos com a produção e distribuição de mudas, sendo que os recipientes serão oriundos de campanhas para a coleta de sacos de arroz, feijão entre outros de um e dois quilos (1kg e 2 kg) evitando-se assim o gasto de recursos financeiros e o reaproveitamento de materiais que seriam normalmente descartados na natureza ou jogados em lixões. O próximo material que seria a realização das oficinas nas escolas estaduais e ao termino destas seriam feitas a distribuição de mudas para que os presentes possam fazer o processo de recaatingamento na comunidade onde residem. Esperamos com essa ação iniciar o combate à desertificação por meio da oficina e distribuição de mudas para que possam ser plantadas em áreas atingidas pela desertificação ou em processo de desertificação (indicadas nas oficinas), assim a própria comunidade poderá continuar esse projeto de combate à desertificação com o plantio de mudas e preservação do meio ambiente local. Por fim, acreditamos que para combater a desertificação em nosso território devemos nos enxergar como agentes transformadores, sendo que nossa ação diária poderá antecipar e até diminuir os problemas ambientais causados pela desertificação.
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Publicado em 07 de dezembro de 2018

Resumo

RESUMO O Território de Identidade de Irecê (TII) localiza-se no sertão da Bahia, no Centro Oeste Baiano, sendo constituído por 20 municípios e sua população é estimada em 400.063 habitantes. O TII ficou conhecido pela sua potencialidade nas produções agrícolas de mamona, milho e feijão décadas atrás e até então temos “a própria Irecê reconhecida como a capital do feijão”. O território está localizado na região semiárida do Nordeste e sempre teve problemas com a seca, por outro lado, o subsolo sempre foi rico em águas subterrâneas, mas há alguns anos a situação vem se agravando com a retirada das águas por meio dos poços artesianos para uso na agricultura. Nesse sentido, o processo de desertificação tem se acentuado em diferentes partes do território e, por isso a importância de projetos que tragam essa questão à tona e evidencie uma possível solução com a realização de campanhas nas escolas, associações e comunidades para apresentar os problemas da desertificação e as possíveis soluções. O projeto “Próspera Caatinga” tem como objetivo apresentar a toda comunidade acadêmica e territorial os impactos causados pala desertificação no TII (um dos focos de desertificação na Bahia), suas causas e possíveis soluções. Por meio de palestras e atividades voltadas ao desenvolvimento da Educação Ambiental, estaremos buscando despertar a sensibilidade e o senso crítico da população para refletir sobre o assunto. Durante as visitas aos municípios que compõem o território, será ministrada uma oficina aberta à comunidade em uma escola estadual onde serão distribuídas mudas de plantas nativas da Caatinga e plantas “urbanas” para sombra e frutíferas para começar o processo de arborização das cidades e campo, neste último buscando-se o recaatingamento. Para alcançarmos essa finalidade, iniciaremos com a produção e distribuição de mudas, sendo que os recipientes serão oriundos de campanhas para a coleta de sacos de arroz, feijão entre outros de um e dois quilos (1kg e 2 kg) evitando-se assim o gasto de recursos financeiros e o reaproveitamento de materiais que seriam normalmente descartados na natureza ou jogados em lixões. O próximo material que seria a realização das oficinas nas escolas estaduais e ao termino destas seriam feitas a distribuição de mudas para que os presentes possam fazer o processo de recaatingamento na comunidade onde residem. Esperamos com essa ação iniciar o combate à desertificação por meio da oficina e distribuição de mudas para que possam ser plantadas em áreas atingidas pela desertificação ou em processo de desertificação (indicadas nas oficinas), assim a própria comunidade poderá continuar esse projeto de combate à desertificação com o plantio de mudas e preservação do meio ambiente local. Por fim, acreditamos que para combater a desertificação em nosso território devemos nos enxergar como agentes transformadores, sendo que nossa ação diária poderá antecipar e até diminuir os problemas ambientais causados pela desertificação.

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