Artigo Anais CONADIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-186X

CONSERVANDO A CAATINGA: ÁREAS DE PROTEÇÃO NO ALTO SERTÃO ALAGOANO E SERGIPANO

Palavra-chaves: SEMIÁRIDO, PRESERVAÇÃO, MEIO AMBIENTE, NORDESTE Pôster (PO) AT 03 - Riquezas naturais do semiárido: preservação e conservação
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      1.\tIntrodução:\r\n
      A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro que cobre grande parte dos estados da região Nordeste do país. Sua área é estimada em 844.453 Km² (IBGE, 2004), e é caracterizada principalmente pela rica biodiversidade encontrada.  Se de um lado o bioma apresenta sua riqueza, de outro apresenta sua desvalorização e alto nível de desmatamento. De acordo o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 46% da Caatinga enfrenta ao avanço do desmatamento, que são possivelmente ocasionados pela ação do homem, seja pelo extrativismo, agricultura, pecuária, construção civil (EMBRAPA, 2007), dentre outros, porém, estes não são as principais causas para o desmatamento. Diante dessa situação, é fundamental a preservação de locais visando conservar a fauna e a flora deste bioma de grande importância para milhões de brasileiros sertanejos.  \r\n
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      2.\tObjetivos:\r\n
      Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento das áreas de proteção da Caatinga na região do Alto Sertão dos estados de Alagoas e Sergipe e apontar suas importâncias para a conservação deste bioma.\r\n
      \r\n
      3.\tMetodologia:\r\n
      Foi realizado levantamento bibliográfico e consulta a rede mundial de computadores em busca de informações gerais sobre as áreas de preservação do bioma caatinga na região do Alto Sertão, localizada no semiárido do estado de Alagoas e Sergipe. Foram utilizados como fontes principais o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), Ministério do Meio Ambiente (MMA), além de trabalhos acadêmicos que levam o tema em questão.\r\n
      \r\n
      4.\tResultados:\r\n
      No quesito unidades de conservação, a caatinga é um dos biomas menos protegidos do país. Apenas 7,8% do território da Caatinga está protegido por unidades de conservação, dos quais 1,3% por áreas de proteção integral; um número abaixo da meta nacional de 10%, conforme acordo do Brasil como signatário da Convenção Internacional de Diversidade Biológica. Das 34 unidades federais de conservação da Caatinga apresentados pelo MMA, apenas 1 está associada com a região do Alto Sertão de Alagoas e Sergipe, sendo as demais existentes criadas pelos órgãos municipais, estaduais ou setor privado, como o Monumento Natural Grota do Angico, Monumento Natural do Rio São Francisco, Parque Ecológico Pedra do Sino e a Reserva Ecológica Castanho.\r\n
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      5.\tConclusão:\r\n
      É de grande importância a necessidade de se criar novas unidades de conservação do bioma Caatinga. Não bastando possuir poucas, as áreas de conservação que existem possuem áreas de baixo valor significativo ao se comparar com as áreas de desmatamento, que são imensas. As áreas de proteção existentes possuem uma grande importância para a preservação da Caatinga, de sua fauna e flora, porém necessita-se de mais investimentos, principalmente do setor público, para que as ações de conservação continuem se realizando de forma mais intensa.\r\n
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      6.\tReferências:\r\n
      \r\n
      EMBRAPA PRESERVAÇÃO BIOLÓGICA. Preservação e uso da Caatinga. Embrapa SemiÁrido. – Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 39 p.\r\n
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      INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA – IBGE. Mapa de biomas do Brasil: primeira aproximação. Brasília: IBGE/MMA, 2004. 1 mapa, Escala 1:5.000.000.
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      Foi realizado levantamento bibliográfico e consulta a rede mundial de computadores em busca de informações gerais sobre as áreas de preservação do bioma caatinga na região do Alto Sertão, localizada no semiárido do estado de Alagoas e Sergipe. Foram utilizados como fontes principais o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), Ministério do Meio Ambiente (MMA), além de trabalhos acadêmicos que levam o tema em questão.\r\n
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      No quesito unidades de conservação, a caatinga é um dos biomas menos protegidos do país. Apenas 7,8% do território da Caatinga está protegido por unidades de conservação, dos quais 1,3% por áreas de proteção integral; um número abaixo da meta nacional de 10%, conforme acordo do Brasil como signatário da Convenção Internacional de Diversidade Biológica. Das 34 unidades federais de conservação da Caatinga apresentados pelo MMA, apenas 1 está associada com a região do Alto Sertão de Alagoas e Sergipe, sendo as demais existentes criadas pelos órgãos municipais, estaduais ou setor privado, como o Monumento Natural Grota do Angico, Monumento Natural do Rio São Francisco, Parque Ecológico Pedra do Sino e a Reserva Ecológica Castanho.\r\n
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      É de grande importância a necessidade de se criar novas unidades de conservação do bioma Caatinga. Não bastando possuir poucas, as áreas de conservação que existem possuem áreas de baixo valor significativo ao se comparar com as áreas de desmatamento, que são imensas. As áreas de proteção existentes possuem uma grande importância para a preservação da Caatinga, de sua fauna e flora, porém necessita-se de mais investimentos, principalmente do setor público, para que as ações de conservação continuem se realizando de forma mais intensa.\r\n
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Publicado em 07 de dezembro de 2018

Resumo

1. Introdução: A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro que cobre grande parte dos estados da região Nordeste do país. Sua área é estimada em 844.453 Km² (IBGE, 2004), e é caracterizada principalmente pela rica biodiversidade encontrada. Se de um lado o bioma apresenta sua riqueza, de outro apresenta sua desvalorização e alto nível de desmatamento. De acordo o Ministério do Meio Ambiente, cerca de 46% da Caatinga enfrenta ao avanço do desmatamento, que são possivelmente ocasionados pela ação do homem, seja pelo extrativismo, agricultura, pecuária, construção civil (EMBRAPA, 2007), dentre outros, porém, estes não são as principais causas para o desmatamento. Diante dessa situação, é fundamental a preservação de locais visando conservar a fauna e a flora deste bioma de grande importância para milhões de brasileiros sertanejos. 2. Objetivos: Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento das áreas de proteção da Caatinga na região do Alto Sertão dos estados de Alagoas e Sergipe e apontar suas importâncias para a conservação deste bioma. 3. Metodologia: Foi realizado levantamento bibliográfico e consulta a rede mundial de computadores em busca de informações gerais sobre as áreas de preservação do bioma caatinga na região do Alto Sertão, localizada no semiárido do estado de Alagoas e Sergipe. Foram utilizados como fontes principais o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), Ministério do Meio Ambiente (MMA), além de trabalhos acadêmicos que levam o tema em questão. 4. Resultados: No quesito unidades de conservação, a caatinga é um dos biomas menos protegidos do país. Apenas 7,8% do território da Caatinga está protegido por unidades de conservação, dos quais 1,3% por áreas de proteção integral; um número abaixo da meta nacional de 10%, conforme acordo do Brasil como signatário da Convenção Internacional de Diversidade Biológica. Das 34 unidades federais de conservação da Caatinga apresentados pelo MMA, apenas 1 está associada com a região do Alto Sertão de Alagoas e Sergipe, sendo as demais existentes criadas pelos órgãos municipais, estaduais ou setor privado, como o Monumento Natural Grota do Angico, Monumento Natural do Rio São Francisco, Parque Ecológico Pedra do Sino e a Reserva Ecológica Castanho. 5. Conclusão: É de grande importância a necessidade de se criar novas unidades de conservação do bioma Caatinga. Não bastando possuir poucas, as áreas de conservação que existem possuem áreas de baixo valor significativo ao se comparar com as áreas de desmatamento, que são imensas. As áreas de proteção existentes possuem uma grande importância para a preservação da Caatinga, de sua fauna e flora, porém necessita-se de mais investimentos, principalmente do setor público, para que as ações de conservação continuem se realizando de forma mais intensa. 6. Referências: EMBRAPA PRESERVAÇÃO BIOLÓGICA. Preservação e uso da Caatinga. Embrapa SemiÁrido. – Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 39 p. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA – IBGE. Mapa de biomas do Brasil: primeira aproximação. Brasília: IBGE/MMA, 2004. 1 mapa, Escala 1:5.000.000.

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