Artigo Anais II WIASB

ANAIS de Evento

ISSN: 2319-0248

ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE FARINHAS ORIUNDAS DE SEMENTES DE MORINGA E PAU-FERRO

Palavra-chaves: MORINGA, PAU-FERRO, FARINHA Pôster (PO) Políticas públicas para promover a convivência com as secas
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Publicado em 24 de novembro de 2015

Resumo

O Nordeste brasileiro enfrenta a maior seca dos últimos 50 anos. Esta seca não atinge isoladamente cidades, região ou estado. O governo, no final do século XX, passou a estimular por meio de políticas públicas, um estudo mais aprofundado por meio de órgãos de pesquisas, para a valorização, preservação e aproveitamento dos recursos naturais disponíveis (Carvalho, 1996). A Moringa Oleífera, é uma planta que tem origem a Índia, mais precisamente no Estado de Kerala. Essa planta é considerada por muitos como uma dádiva da natureza. Acredita-se que a moringa seja o vegetal com maior valor nutritivo encontrado até hoje pelo homem. Ela é também chamada de hortaliça arbórea; há um esforço no sentido de difundi-la como tal, por suas folhas serem ricas em vitamina A (AMAYA et, al, 1999). O Pau-Ferro é uma leguminosa muito explorada no Nordeste brasileiro. Suas vagens, que apresentam uma imensa palatibilidade, oferecem um potencial produtivo pouco explorado na região; seja ele para atender as necessidades das famílias, ou as necessidades forrageiras. As farinhas de (moringa e pau-ferro) passaram por análises físico-químicas a fim de determinar os seguintes parâmetros (umidade, cinzas, fibras, pH e acidez). O teor de umidade e de cinzas das duas farinhas apresentou-se em torno do ideal. As duas farinhas apresentaram pouca fibra. O pH das duas farinhas apresentaram-se perto da neutralidade. Isso é um atributo importante para uma possível produção de farinha, desde que a mesmas possua outros fatores positivos. Palavras-chave: moringa, pau-ferro e farinha

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