Artigo Anais IV CIEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-0854

AVALIAÇÃO DA INTERAÇÃO MULTISSENSORIAL DURANTE A ILUSÃO DA MÃO DE BORRACHA

Palavra-chaves: ILUSÃO DA MÃO DE BORRACHA, INTERAÇÃO MULTISSENSORIAL, DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS Pôster (PO) Doenças Biopsicossociais no Processo de Envelhecimento
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Publicado em 24 de setembro de 2015

Resumo

Introdução. Diversos distúrbios neurológicos e psiquiátricos podem comprometer a representação da imagem corporal e a percepção de estímulos sensoriais. Submeter o cérebro a situações conflitantes ajuda a entender como ele trabalha, estudos experimentais mostram ser possível atualizar o esquema corporal utilizando estimulação sincrônica entre uma mão real e uma mão de borracha. Ilusões multissensoriais como caixa de espelhos e mão de borracha vêm sendo estudada no tratamento de distúrbios neurológico, como sequelas de heminegligência (Moseley, Gallace & Spence, 2012). Objetivo. avaliar a interação multissensorial durante a ilusão da mão de borracha em indivíduos saudáveis. Metodologia. Pesquisa transversal, realizada na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em 2013 e 2014. A amostra foi composta por 141 indivíduos. Foram utilizados para coleta de dados: ficha de sócio demográficos, Mini-exame do estado mental, Inventário de Dominância Lateral de Edimburgo, teste de deriva proprioceptiva e Questionário de Botivinick e Cohen. A análise dos dados foi realizada no programa SPSS versão 20. Foi realizada a análise descritiva e inferencial. Para comparação entre Idade e Intensidade, Intensidade e Dominância lateral foi utilizado a ANOVA. Para comparação entre intensidade e tipos de estímulos, intensidade e desvios proprioceptivos, deriva proprioceptiva e desvios proprioceptivos foi utilizado o Teste-t de Student. Adotou-se como nível de significância uma probabilidade de 5% de se cometer um erro tipo I. Resultados. A amostra perfez 41 indivíduos saudáveis, 66,7% homens, sendo 84% destros, com idade entre 10 a 85 anos. Os três primeiros itens do Questionário de Botvinick e Cohen tiveram maior pontuação, 48% dos indivíduos tiveram uma ilusão moderada e 28% forte. A média da derivação proprioceptiva foi de 6,82±4,5, tendo ocorrido em 68,3% desvios em direção ao dedo indicador da mão de borracha. Houve diferença estatisticamente entre a idade nas intensidades forte e fraco, e moderado e forte. Indivíduos destros tiveram uma maior intensidade de ilusão. Não houve diferença significativa dos tipos de estímulos e desvios proprioceptivos. Conclusão. Submeter o cérebro a situações conflitantes ajuda a entender como ele funciona. Foi observado que mesmo utilizando uma mão direita foi possível induzir na maioria dos indivíduos o sentimento de ilusão de posse da mão de borracha de forte a moderado. Embora não tenha havido diferenças da intensidade e da deriva proprioceptiva entre os desvios mediais e laterais, a maioria dos indivíduos teve uma deriva proprioceptiva em direção ao dedo indicador da mão de borracha. Conclusões. Submeter o cérebro a situações conflitantes ajuda a entender como ele funciona. Utilizando uma mão de borracha foi possível induzir o sentimento de ilusão de posse da mão. A maioria dos indivíduos teve uma deriva proprioceptiva em direção ao dedo indicador da mão de borracha. Indivíduos mais jovens tiveram ilusão mais forte e não foi encontrado diferença entre os tipos de estímulos. Quanto à lateralidade, indivíduos destros tiveram maior intensidade. Mais estudos são necessários para contribuir com o melhor entendimento de como ocorre o processo de recalibração do esquema corporal e como indivíduos com doenças neurológicas se respondem a essas técnicas.

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