Resumo Trabalho

O MONITORAMENTO DA QUALIDADE TOTAL DE RECUPERAÇÃO DE JOVENS FUTEBOLISTAS DURANTE A COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JUNIOR

Autor(es): LUCAS PIRES BARBOSA, CRISTIANO ISRAEL CAETANO, JOSÉ FRANCISO LÓPEZ-GIL, FERNANDO RENATO CAVICHIOLLI, TIAGO VOLPI BRAZ, CHARLES RICARDO LOPES, DANILO RODRIGUES BATISTA, WELLINGTON GONÇALVES DIAS, GUILHERME BORSETTI BUSINARI

O MONITORAMENTO DA QUALIDADE TOTAL DE RECUPERAÇÃO DE JOVENS FUTEBOLISTAS DURANTE A COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JUNIOR 2019. BARBOSA, L.P. ¹; BUSINARI, G.B. ²; BATISTA, D.R. ¹,²; DIAS, W.G. ¹,²; ORNELAS, F. ¹,²; BRAZ, T.V.¹,² 1 – UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA, PIRACICABA, BRASIL. 2 – FACULDADE DE AMERICANA, AMERICANA, BRASIL. AS CARGAS DE TREINAMENTO ASSOCIADAS A UMA INADEQUADA RECUPERAÇÃO PODEM FORNECER CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS PARA O ATLETA, SENDO IMPORTANTE O MONITORAMENTO DO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO. A ESCALA DE QUALIDADE TOTAL DE RECUPERAÇÃO (QTR) VEM SENDO APONTADO COMO UM MÉTODO SIMPLES E EFICAZ PARA O MONITORAMENTO DA RECUPERAÇÃO DO ATLETA, CONTRIBUINDO PARA A IDENTIFICAÇÃO DA MAGNITUDE DE CARGAS DE TREINAMENTO E SUA RESPECTIVA RECUPERAÇÃO, Á FIM DE ESTABELECER UM CONTROLE PREVENTIVO E DE ORGANIZAÇÃO E ADEQUAÇÃO DAS CARGAS DE TREINAMENTO. DESTA FORMA, O OBJETIVO DO ESTUDO FOI INVESTIGAR A UTILIZAÇÃO DA ESCALA (QTR) PARA AVALIAR E ANALISAR O ESTADO DE RECUPERAÇÃO DE JOVENS FUTEBOLISTAS DURANTE DUAS SEMANAS. PARTICIPARAM DO ESTUDO 20 JOVENS FUTEBOLISTAS (17,79 ± 1,23 ANOS; 72 ± 9,50 KG; ALTURA 1,80 ± 0,08 M, IMC = 22,12 ± 2,00 KG/M²; E 11,04 ± 1 %GORDURA) DE UMA EQUIPE QUE DISPUTOU A COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JÚNIOR 2019. O DESENHO EXPERIMENTAL FOI COMPOSTO POR DUAS SEMANAS, SENDO A PRIMEIRA CARACTERIZADA COMO SEMANA PREPARATÓRIA (6 SESSÕES DE TREINAMENTO), ANTECEDENDO A COMPETIÇÃO, E A SEGUNDA DEFINIDA COMO SEMANA COMPETITIVA, COM A REALIZAÇÃO DE 3 JOGOS (E 3 SESSÕES DE TREINAMENTO) DURANTE ESSE PERÍODO. O PROCESSO DE MONITORAMENTO FOI REALIZADO DURANTE TODOS OS DIAS, APÓS A FAMILIARIZAÇÃO DOS JOGADORES UMA SEMANA ANTES COM AS ESCALAS APLICADAS E O PROCESSO GERAL DE CONTROLE. A PRIMEIRA SEMANA FOI CLASSIFICADA COMO PRÉ-COMPETIÇÃO (PCO), SEM NENHUM JOGO VÁLIDO OU AMISTOSO. A SEGUNDA SEMANA FOI ASSUMIDA COMO COMPETIÇÃO (COM) E CARACTERIZADA PELA PRESENÇA DE 3 JOGOS, SENDO ELES NO PRIMEIRO, TERCEIRO E SÉTIMO DIA DESSA SEMANA. A QUALIDADE TOTAL DE RECUPERAÇÃO (QTR) FOI UTILIZADA PARA O MONITORAMENTO DA RECUPERAÇÃO SUBJETIVA DOS ATLETAS. AO ACORDAREM ERAM QUESTIONADOS COM A PERGUNTA “COMO VOCÊ SE SENTE EM RELAÇÃO A SUA RECUPERAÇÃO?”. FOI APRESENTADA UMA ESCALA QTR, CUJAS RESPOSTAS ERAM CLASSIFICADAS DE 6 A 20, SENDO “6 – NADA RECUPERADO” E “20 – TOTALMENTE RECUPERADO”. A NORMALIDADE FOI TESTADA PELO TESTE DE SHAPIRO WILK E A COMPARAÇÃO DO PTH ESCORE ENTRE AS SEMANAS PCO VS COM UTILIZOU-SE O TESTE T E TAMANHO DO EFEITO (D DE COHEN), COM P <0,05 COMO NÍVEL DE SIGNIFICÂNCIA. NÃO FORAM VERIFICADAS DIFERENÇAS PARA QTR NA SEMANA COM QUANDO COMPARADA COM A PCO (15,8 ± 2,0 VS 15,2 ± 1,1, P = 0,248, D = 0,38), SUGERINDO QUE A SEMELHANÇA ENTRE OS RESULTADOS FRENTE AS DIFERENTES CARACTERÍSTICAS DAS SEMANAS POSSA TER SIDO INFLUENCIADA PELA ORGANIZAÇÃO E ADEQUAÇÃO DAS CARGAS DE TREINAMENTO EM RELAÇÃO AO ESTADO DE RECUPERAÇÃO DIÁRIO DOS ATLETAS. CONTUDO, ESTUDOS ANTERIORES ESTABELECEM QUE MODELOS DE PERIODIZAÇÃO E O PERFIL DOS ATLETAS EM DIFERENTES ETAPAS DO TREINAMENTO PODEM CONTRIBUIR PARA RESULTADOS DIFERENTES, LEVANDO TAMBÉM EM CONSIDERAÇÃO FATORES PSICOLÓGICOS E A INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA DE CADA INDIVÍDUO. E-MAIL: LUCASPB.EDF@OUTLOOK.COM

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